Em Monsey, NY é permitdo portar arma longa de forma ostensiva. Assim, judeus com serviço miltiar nos EUA e em Israel, podem fazer a guarda com fuzis do tipo AR-15 LEGALMENTE, após o ataque para as noites restantes de Chanucá

O criminoso não era nazista ou supremacista branco

É o segundo ataque fatal, ou a ser fatal cometido por negros norte-americanos contra judeus em poucos meses. A violência de negros contra judeus sempre ficou por conta de agressões físicas de gangues de rua em Nova Iorque ou pelas ameaças, apenas ameaças de Malcom X e de seu sucessor, Louis Farrakan, líderes da Nação do Islã, agrupamento radical muçulmano sunita apenas negro nos Estados Unidos. Na liturgia do grupo, os judeus são considerados uma praga a ser varrida, são considerados como células corrompidas a serem extirpadas. Mas a bem de verdade, a Nação do Islã sempre foi uma entidade retórica.

O primeiro casal negro a atacar e matar judeus numa delicatessen kosher tinha afiliação a um grupo negro que afirma se tratarem dos únicos judeus verdadeiros do mundo e que todos os outros precisam ser eliminados. O casal decidiu começar a fazer o que lhes foi ensinado.

Grafton Thomas não é nazista, não é supremacista branco e muito menos, membro da Ku Klux Klan.

Já o sr. Grafton Thomas, segundo a família, foi criado num ambiente de tolerância total com todas as religiões e grupos étnicos. Segundo registros médicos, ele tem problemas mentais, já foi internado algumas vezes, mas nunca se mostrou agressivo. Tudo bem com as maluquices de Grafton, até ele arrumar um longo facão e decidir matar judeus!

Muito tolerante de fato, não é? Nunca demonstrou antissemitismo até invadir a casa-sinagoga de um rabino ortodoxo em Monsey, cidade 45 km ao norte de Nova Iorque e atacar as 70 pessoas lá presentes (diga-se de passagem, nenhuma armada). Houve uma reação mínima de um herói presente: Joseph Gluck. Ele pegou uma mesinha e jogou contra o negão com o facão que já havia atingido gravemente, pelo menos cinco pessoas na casa. Essa reação mínima, fez com que o matador de judeus se acovarda-se e fugisse. Foi preso pela polícia, duas horas depois, em Manhattan.

Alguém já deve estar pensando: vou escrever ao autor do artigo, o cara é racista. Tá chamando negro de negro e negro grande de negão!!! Isso não pode!!! Basta a foto para vermos que é negro, não precisa falar!!! – PRECISA SIM, pois nada adianta sairmos em procissões pela tolerância religiosa com nossos irmãos, se alguns deles preferem ser o mano Caim. Obviamente, nenhuma organização política negra irá se apresentar para dizer: “Foi mal, né. Mas o cara é maluco. Não faz parte de nossa organização”.

Desde a implantação do Califado Islâmico, praticamente todos os ataques de muçulmanos contra europeus e norte-americanos, com réus confessando que agiram por ordens de Allah, recebem o rótulo de gente maluca: como é alguém pode acreditar que Deus lhes mandou matar outras pessoas? Só pode ser maluco, pensa o establishment arrogante ocidental. Acrescido do fato de que se as vítimas o forem de um ataque terrorista, as seguradoras não precisam pagar os valores por morte, ferimentos e danos materiais. Portanto, a não definição de um ataque terrorista óbvio, como ataque terrorista, tem uma vertente perversa de proteger as vítimas financeiramente.

A ação de Grafton foi simples. Se dirigiu até o local que conhecia de vista e encontrou a porta destrancada, sem guarda externa ou interna. Entrou e começou a matar judeus. Fechar as portas e montar guarda é uma determinação para o mundo judaico há mais de 40 anos. Nos EUA onde não há problemas para comprar armas e treinar, nem para portar armas com documentação, ou livremente em estados e condados que assim o permitem, a guarda judaica armada deveria ser a regra e não a exceção.

Na audiência, Grafton alegou inocência, tadinho… Afinal, são só judeus, né? Não existe culpa por matar judeus, é o que muitos pensam.

O governador do estado de Nova Iorque se apressou a definir o ato como terrorismo doméstico. Por outro lado, não devemos nos surpreender se Grafton for considerado inapto a ser julgado. Dias atrás o vizinho muçulmano que lançou uma professora judia de mais de 60 anos de idade, pela janela do apartamento dela, que invadiu aos gritos de Allah É Grande, matando-a, foi considerado inocente por estar drogado. O juiz decidiu não acusá-lo por homicídio numa circunstância claríssima de ódio aos judeus motivado pelos ensinamentos e práticas islâmicas.

Há algumas informações ainda não confirmadas de que Grafton Thomas teria recentemente se convertido ao Islã radical, ou melhor, ‘retornado ao Islã’ e em sua doutrinação inicial a obrigação muçulmana de matar judeus lhe teria sido incutida. Não existe conversão ao Islã. Segundo a teologia islâmica todas as pessoas nascem e nasceram muçulmanas, desde Adão: ao longo do caminho abandonam a fé verdadeira e depois retornam.

SANTANA

SANTANA - Jornalista e Bacharel em Ciência Política

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