Comissão aprova proposta sobre ações contraterroristas

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Operação Guardiões do Bioma

Operação Guardiões do Bioma combate mais de 8.200 incêndios em quase dois meses

Ação coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública ocorre nos 11 estados dos biomas da Amazônia, Cerrado e Pantanal

Brasília, 17/09/2021 — A Operação Guardiões do Bioma, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, já combateu mais de 8.200 incêndios florestais em quase dois meses nos 11 estados dos biomas da Amazônia, Cerrado e Pantanal.

“O trabalho deve ser intenso no combate aos crimes contra o meio ambiente. Além de promover a capacitação dos profissionais, o Ministério atua conjuntamente com outras instituições para atender às demandas dos Estados e reforçar o efetivo no combate aos incêndios e crimes ambientais”, destacou o ministro Anderson Torres.

Foram realizadas mais de 1.400 ações preventivas e empregados 9.629 profissionais do Corpo de Bombeiros Militares, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), desde o início da Operação.

No âmbito da Operação Guardiões do Bioma, a Polícia Rodoviária Federal prendeu 237 pessoas por crimes ambientais e atendeu a 225 ocorrências desse tipo de crime, como transporte irregular de madeira e apreensão de animais, no mês de agosto.

A operação também envolve os Ministérios do Meio Ambiente, Desenvolvimento Regional, as Secretarias Estaduais de Segurança Pública e de Meio Ambiente, além do Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (Ligabom).

Categoria Justiça e Segurança

https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/operacao-guardioes-do-bioma-combate-mais-de-8-200-incendios-em-quase-dois-meses?fbclid=IwAR1d9JUeqoRIdr-C7s90S0P1qTA0L3J_TVZ6faM01vgcvrhx-V8wvfkRyX4

CGU e PF combatem desvios de recursos da saúde em Guarujá (SP)

Operação NACAR 19 investiga supostas fraudes na contratação de Organizações Sociais e empresas. Prejuízo estimado em R$ 108 milhões. O objetivo é combater possíveis crimes de desvios de recursos públicos e correlatos praticados por grupo criminoso mediante contratação de Organizações Sociais e empresas para atuação na área da saúde no município do Guarujá (SP), sendo alguns desses contratos referentes a serviços destinados ao enfrentamento da pandemia da Covid-19.Nas investigações foram identificadas situações de atuação na existência de suposta organização criminosa na Prefeitura Municipal do Guarujá (SP), com o cometimento dos crimes de corrupção ativa e passiva, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro dentre outros. A investigação aponta que duas Organizações Sociais contratadas pelo município do Guarujá (SP) serviram para o desvio de recursos públicos e entrega de vantagens indevidas, como disposição de empregos – tanto os efetivamente trabalhados como os de “funcionários fantasmas” para aliados e apadrinhados dos envolvidos. A Operação NACAR 19 consistiu no cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão em endereços localizados nos municípios do Guarujá (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Paulo (SP) e Nova Iguaçu (RJ). O trabalho conta com a participação de 125 policiais federais e de seis auditores da CGU. Além disso, foi determinado o bloqueio de R$ 6,4 milhões em bens e valores dos envolvidos.

www.gov.br/cgu/noticias

1ª FEIRA DE ADOÇÃO DE CÃES E GATOS

No próximo sábado, 25, teremos a 1ª Feira de Adoção de Cães e Gatos do Canil da Guarda Civil Metropolitana. São animais resgatados que estão castrados, vacinados, saudáveis e prontos para a adoção responsável. Para concretizar sua adoção é preciso trazer documento com foto, comprovante de residência, preencher o termo de adoção e participar de uma entrevista. Na abertura da Feira ocorrerá apresentação de cães adestrados e durante o dia, palestras educativas sobre legislação e bem-estar animal. O evento será realizado na Inspetoria do Canil da GCM, localizada na Rua Anna Papini Guaranha, nº 60 – Vila Guilherme – travessa da Avenida Zaki Narchi.

Contamos com a sua presença!!!Guarda Civil Metropolitana, desde 1986 zelando pela sua segurança.

https://www.facebook.com/guardacivilsp/photos/a.393364134039411/6190590084316758/

Desmatamento na Amazônia cai mais de 32% em agosto

O resultado é fruto da atuação integrada entre os ministérios do Meio Ambiente, Defesa, Justiça e Segurança Pública e Ciência, Tecnologia e Inovações, além do Conselho Nacional da Amazônia Legal

O

desmatamento na Amazônia sofreu uma queda de 32,45% no mês passado, segundo dados oficiais divulgados nesta quinta-feira (02) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). De acordo com registros feitos pelo sistema DETER (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), a área desmatada em agosto ficou em 918 km². Em 2020, o mesmo mês contabilizou 1.359 km².

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, creditou o bom resultado ao Plano Nacional de Combate ao Desmatamento, que inclui a integração entre ministérios e o Conselho Nacional da Amazônia Legal. “Temos trabalhado com a Força Nacional e a Polícia Federal, que nos oferecem todo o apoio para combater o crime organizado”, disse. “Desde que assumi o Ministério, viajo semanalmente à Amazônia para acompanhar de perto as operações de fiscalização.”

Por determinação do presidente Jair Bolsonaro em seu discurso na Cúpula do Clima em abril, o Governo Federal mais que dobrou o orçamento para fiscalização. Antes, eram R$ 228 milhões, agora são R$ 498 milhões. “Iremos investir em inovação e tecnologia, com a compra de equipamentos como câmeras e notebooks”, afirmou o ministro.  

Outro ponto de integração encontra-se no aprimoramento do sistema de monitoramento das áreas desmatadas ilegalmente. “Por meio do trabalho feito em parceria entre INPE (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações), Censipam (Ministério da Defesa), Cenima (Ministério do Meio Ambiente) e Brasil Mais (Ministério da Justiça), aprimoramos um sistema de seis dias de recorrência com 54 metros de resolução para um dia de recorrência com um metro de resolução. Ou seja, conseguimos atuar em flagrante no local”, finalizou o ministro. 

 Ascom MMA
(61) 2028-1227
CategoriaMeio Ambiente e Clima

https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias/desmatamento-na-amazonia-cai-mais-de-32-em-agosto?fbclid=IwAR3u5761MDFtRDE_8VoRY1Sj6em3CaM8W4qsp6UPlPln4mJX2takTzngmtI

“Nossas crianças de 9 anos não sabem ler! Não é possível glorificar Paulo Freire”

Por Will R. Filho -29 de setembro de 2020

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, concedeu uma entrevista onde fez várias críticas ao método de alfabetização do famoso pedagogo e escritor brasileiro, Paulo Freire, atual patrono da educação no Brasil, referência para os educadores da esquerda política.

“Se a educação do Brasil tivesse melhorado nas últimas décadas, a gente estenderia a mão a todos os métodos modernos e construtivistas. Mas a educação piorou, e os números mostram isso. Há 20 anos, a escola era melhor do que é hoje. Há 30 anos, era melhor ainda”, disse ele.

Questionado sobre o método Paulo Freire, Milton Ribeiro disse que buscou entendê-lo ao ser sua obra, mas não enxergou nada de concreto, senão conceitos “etéreos”, ou seja, frágeis em termos práticos.

“Eu lia duas, três vezes cada página do Freire… e até agora não sei o que ele quis dizer. Veja, eu tive um treinamento filosófico: li ‘A República’ de Platão, li as ‘Categorias’, de Aristóteles, o ‘Discurso do Método’, de Descartes… como leitor experiente, só posso concluir que o método Paulo Freire é um mito de valores. É um negócio etéreo, que nos preocupa muito”, afirmou o ministro.

“Com a equipe do ministério — inclusive o professor Carlos Nadalim  —, temos feito um diagnóstico das fragilidades na nossa educação básica. Nossas crianças de 9 anos não sabem ler! Então não é possível glorificar o Paulo Freire”, ressaltou Ribeiro em outra ocasião, segundo o Brasil Sem Medo. Veja também:

https://www.opiniaocritica.com.br/educacao/milton-ribeiro-polemica-falar-homossexualidade-nao-concordo/embed/#?secret=3dmACmsHRNrecommended byARTIUPDiga adeus às dores articulares fazendo isso todas as manhãsAPRENDA MAISVEJA ISSO

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Experimento Universo 25

O experimento “Universo 25” é um dos experimentos mais aterrorizantes da história da ciência, que, por meio do comportamento de uma colônia de camundongos, é uma tentativa dos cientistas de explicar as sociedades humanas. A ideia do “Universo 25” surgiu do cientista americano John Calhoun, que criou um “mundo ideal” no qual centenas de ratos viveriam e se reproduziriam. Mais especificamente, Calhoun construiu o chamado “Paraíso dos Ratos”, um espaço especialmente projetado onde os roedores tinham abundância de comida e água, além de um amplo espaço para viver.

No início, ele colocou quatro pares de camundongos que em pouco tempo começaram a se reproduzir, resultando em um rápido crescimento populacional. No entanto, após 315 dias sua reprodução começou a diminuir significativamente. Quando o número de roedores chegou a 600, formou-se uma hierarquia entre eles e surgiram os chamados “desgraçados”. Os roedores maiores começaram a atacar o grupo, com o resultado que muitos machos começaram a “entrar em colapso” psicologicamente.

Como resultado, as fêmeas não se protegeram e, por sua vez, tornaram-se agressivas com seus filhotes. Com o passar do tempo, as fêmeas mostraram comportamentos cada vez mais agressivos, elementos de isolamento e falta de humor reprodutivo. Houve uma baixa taxa de natalidade e, ao mesmo tempo, um aumento da mortalidade em roedores mais jovens. Então, apareceu uma nova classe de roedores machos, os chamados “ratos bonitos”. Eles se recusaram a acasalar com as fêmeas ou a “lutar” por seu espaço. Tudo o que importava era comer e dormir. A certa altura, “belos machos” e “fêmeas isoladas” constituíam a maioria da população.

De acordo com Calhoun, a fase da morte consistia em duas fases: a “primeira morte” e a “segunda morte”. O primeiro foi caracterizado pela perda de propósito na vida além da mera existência – nenhum desejo de acasalar, criar jovens ou estabelecer um papel na sociedade. Com o passar do tempo, a mortalidade juvenil atingiu 100% e a reprodução chegou a zero. Entre os camundongos ameaçados, a homossexualidade foi observada e, ao mesmo tempo, o canibalismo aumentou, apesar de haver fartura de comida.

Dois anos após o início do experimento, nasceu o último bebê da colônia. Em 1973, ele havia matado o último rato do Universo 25. John Calhoun repetiu o mesmo experimento mais 25 vezes, e todas as vezes o resultado foi o mesmo.O trabalho científico de Calhoun tem sido usado como um modelo para interpretar o colapso social, e sua pesquisa serve como um ponto focal para o estudo da sociologia urbana.Atualmente, estamos testemunhando paralelos diretos na sociedade de hoje … homens fracos e feminizados com pouca ou nenhuma habilidade e nenhum instinto de proteção, e mulheres excessivamente agitadas e agressivas sem instintos maternos.

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Analfabetos funcionais do Paulo Freire

Analfabetos de hoje são os discípulos de Paulo Freire, que não aprenderam a ler o mundo e a conhecer a realidade: Uma resposta a Leandro Karnal

Leia mais: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/32983/analfabetos-de-hoje-sao-os-discipulos-de-paulo-freire-que-nao-aprenderam-a-ler-o-mundo-e-a-conhecer-a-realidade-uma-resposta-a-leandro-karnal

Gramsci, Paulo Freire e a batalha da linguagem

Nosso declínio começou com a deturpação das palavras

Chegou a hora de contra-atacar

O famoso escritor francês Victor Hugo (1802-1885) observou: “resistimos à invasão dos exércitos; não resistimos à invasão das ideias”.

Uma das frases mais repetidas por Mises — e atribuída por alguns ao pintor americano William McGregor Paxton (1869 – 1941) — é que as ideias são mais poderosas do que os exércitos. Acredito não apenas que todos estavam cobertos de razão, mas também que, nessas poucas palavras, conseguiram transmitir uma lição formidável de otimismo e, mais do que isso, um convite para que todos acreditemos na inexorabilidade do longo prazo, no tempo bergsoniano como fonte permanente de descobertas e aperfeiçoamento.

Como escreveu Lew Rockwell,

As ideias ignoram as fronteiras.  Elas não são inibidas por meras questões espaciais.  Elas são perfeitamente capazes de atravessar os limites do tempo.  Elas crescem e se difundem por meio de ações e decisões individuais sobre as quais absolutamente ninguém possui controle algum.  No final, o fato é que os governos são incapazes de gerir e impor as ideias.  Muitos são, inclusive, emasculados por elas.

Ora, assim como os armamentos usados pelos exércitos são transportados em caminhões, aviões, helicópteros ou mesmo pelas tropas de infantaria, as ideias são expressas — e isso é uma simples tautologia — por meio da linguagem, que é o meio sistemático de comunicá-las por meio de sinais convencionais sonoros e escritos (linguagem verbal) e gestuais, corporais, geométricos e mímicos (linguagem não verbal).

É a linguagem, portanto, o elemento mediante o qual expressamos nossos pensamentos, ideias, opiniões, expectativas e sentimentos. É o elemento comunicador por excelência: onde há comunicação, há necessariamente linguagem. A linguagem é o sistema de sinais que utilizamos para efeito de nos comunicarmos e a linguística é o estudo dos fenômenos segundo os quais as línguas evolvem.

Você pode ter uma ideia excelente, até mesmo genial, mas, se não souber comunicá-la, essa ideia não se espalhará e você perderá a batalha. Nunca é demais relembrar o velho José Abelardo Barbosa de Medeiros, mais conhecido como Chacrinha (1917 — 1988), um comunicador popular fantástico, que tinha como um de seus famosos motes “quem não se comunica se trumbica”. Pura sabedoria popular, sem qualquer pretensão de erudição, mas que, para determinados fins, vale mais do que certos tratados de Filosofia da Linguagem [1].

Pois bem, o ponto a que desejo chegar é que, fora do âmbito teórico, os liberais, no Brasil e no mundo, vêm se trumbicando há muitos anos, simplesmente porque, embora suas ideias sejam as melhores, não têm sabido comunicá-las devidamente para a sociedade. Ou seja, até o presente momento nós simplesmente ainda estamos perdendo a batalha da linguagem. E de goleada.

O que devemos, então, fazer, já que, neste bendito ano da graça de 2016, a esquerda — ao que parece — está perdendo rapidamente espaço em todo o mundo e sabendo que, se nada fizermos, ou se adotarmos alguma postura ineficaz, essa esquerda — que é bastante organizada — irá recuperar o terreno, com todas as consequências que isso trará em termos de obstáculos à geração de riqueza e da melhoria do padrão de vida em todo o planeta?

A paródia da “linguagem das doninhas”

Weasel word é uma gíria inglesa para designar palavras evasivas ou ocas. Em português usamos a expressão linguagem das doninhas, essa mesma ouvida incessantemente na TV, em bares e reuniões de intelectuais, na internet e nos jornais, e que cria em suas vítimas o hábito de não pensar, substituindo a lógica pelos chavões e palavras de ordem.

Ai de quem, sabendo pensar por conta própria, recusa-se a falar esse dialeto maldito. É logo tachado de ”elitista”, ”conservador”, “misógino”, “racista”, “machista”, “homofóbico”, “nazista”, “coxinha” e — ignomínia das ignomínias! — ”politicamente incorreto”, além de outros adjetivos “xingativos”.

Em Dilbert and the way of the weaselA Guide to Outwitting Your Boss, Your Coworkers, and the Other Pants-Wearing Ferrets in Your Life, um livro satírico de bastante sucesso, o economista e cartunista americano Scott Adams (1957) estabelece a proposição de que muitas pessoas — mais exatamente, as que se deixam dominar pela ditadura do ”politicamente correto” — agem como as doninhas ou mustelas, aqueles mamíferos capazes de sugar todo o conteúdo de um ovo, por um minúsculo furo que conseguem fazer, deixando-o aparentemente intacto. A humanidade, segundo essa sátira, não seria formada por pessoas boas ou más, mas sim por doninhas.

Assim, o autor introduz sarcasticamente a Zona da Doninha, uma gigantesca área cinzenta entre o bom comportamento moral e a criminalidade aberta, que é de onde nos ”exploram” sem parar: chefes, empresários, fazendeiros, executivos, países e pessoas ricos, banqueiros, Donald Trump, Angela Merkel, enfim, todos os que são bem sucedidos na vida. Em 27 hilariantes capítulos, Adams revela os segredos desses seres escorregadios, como reconhecê-los e como agem, denominando de weaseleze a língua oficial das doninhas, útil para ninguém entender racionalmente o que é dito e confundir os inimigos, como parte da estratégia gramsciana de implantar o socialismo sem recorrer às armas convencionais.

Passando da sátira ao mundo real, esse comportamento de bois ao som do berrante que domina a sociedade atual é certamente uma das etapas derradeiras do processo de degradação cultural, em que a linguagem se desconecta da experiência inteligente e emite apenas tênues sinais de vida social. Aquilo que quase todos se põem a dizer já se mostra inteiramente desconectado dos acontecimentos, fatos e ações racionais do mundo real, para refletir apenas opiniões conduzidas e sem qualquer embasamento, segundo a clivagem binária rudimentar entre nós e eles.

Imagine uma explanação qualquer feita por um professor e que atenda aos requisitos da lógica e suponha que o raciocínio desse docente o conduza a, por exemplo, defender as privatizações. O homem que é guiado pela linguagem politicamente correta, então, dirá simplesmente que discorda, sem qualquer preocupação quanto a explicar por que discorda. Muito provavelmente, se lhe perguntarem o motivo, ficará em maus lençóis.

Isso acontece porque aquilo de que ele discorda nada tem a ver com a sua vivência dos fatos reais, mas sim com o comando que lhe foi exarado — como que do além —, de que “privatizar é dilapidar o patrimônio público”. Logo, ele instantaneamente colocará o professor do lado deles e, portanto, contra o nós que lhe foi impregnado desde o ensino básico como o time dos bonzinhos.

Para usarmos a nomenclatura do filósofo alemão Eric Voegelin (1901-1985), essas pessoas vivem em uma segunda realidade, aquela que povoa seu imaginário e que é absolutamente alheia ao mundo real, formado pela primeira realidade, aquela que é factual, que de fato existe.

Temos, então, uma grave situação, em que os sons emitidos pelo professor são reconhecidos como característicos de uma linguagem racional, mas compreendidos — e passados adiante — como o de uma comunicação irracional, como a dos animais.

O veneno de Bakhtin, Gramsci, Piaget e Freire

A degradação da linguagem se dá quando essa anomalia se estende aos jornais, à TV, à internet, ao rádio, aos discursos dos políticos e — como é triste escrever isso! — aos intelectuais e professores universitários.

Argumentar para quê?, se esses teleguiados já dispõem dos chavões, das palavras de ordem e de todas as doninhas do mundo para protegê-los. Mostrar racionalmente por que se discorda dessa ou daquela afirmativa para quê?, se é suficiente buscar-se a leniência do grupo nós. Buscar convencer o outro lado para quê?, se é mais fácil intimidá-lo com a demonstração de que esse mesmo grupo é mais barulhento do que o grupo deles

Em suma, não há qualquer necessidade de demonstrar-se que se está com a razão, porque o que importa é amealhar o maior número possível de autômatos que compõem o nós e segregar os demais — mesmos que estes sejam a maioria — no curral utilizado para isolar a influência nociva de todos os mal-intencionados, ou seja, eles.

Mas é evidente que essa verdadeira ditadura das doninhas conhecida como linguagem politicamente correta não está acontecendo por acaso. Tudo isso foi pensado, planejado e executado pacientemente, durante décadas, como um incessante trabalho de formigas, pela esquerda em todo o mundo. Para não retrocedermos em demasia no tempo, vamos nos referir apenas ao filósofo russo Mikhail Bakhtin (1895-1975) e ao também filósofo italiano Antonio Gramsci (1891-1937), bem como aos educadores Jean Piaget (1896-1980), e Paulo Freire (1921-1997), todos comunistas.

Bakhtin enxergava a linguagem como um processo permanente de interação por meio do diálogo e não apenas como um sistema autônomo. Assim, a língua só existe mediante o uso que locutores ou escritores e ouvintes ou leitores fazem dela, em situações concretas de comunicação. Definiu noções de análise da linguagem com base em discursos e crônicas artísticos, filosóficos, científicos e políticos. Segundo ele, o ensino, o aprendizado e a linguagem deveriam subordinar-se ao sujeito, aquele agente dos acontecimentos responsável pela criação dos discursos e ideias. E — os negritos são meus — os enunciados sempre são trabalhados pelo sujeito tendo em vista os objetivos ideológicos, sociais, históricos e culturais.

Isso lembra a você alguns dos partidos de esquerda? Pois é.

As relações entre linguagem, ideologia e hegemonia de Gramsci e Bakhtin são bastante semelhantes. Analisando os conceitos bakhtinianos de heteroglossia (a diversidade social de tipos de linguagens) e dialogismo (o processo de interação entre textos, em que estes não são considerados isoladamente, mas concatenados com outras proposições similares) e a definição gramsciana de hegemonia (as relações de domínio de uma classe social sobre o conjunto da sociedade), conclui-se que as visões de linguagem e subjetividade de ambos são convergentes e que, a partir de uma discussão sobre os conceitos de poder, discurso e ideologia, consideram a linguagem e o sujeito como processos capazes de refutar e criticar os poderes e discursos prevalecentes.

O sardo de Ales, Antonio Gramsci, certamente é mais conhecido no Brasil do que Bakhtin como uma das maiores referências do pensamento esquerdista no século XX. Il Gobbo (o corcunda), assim apelidado por conta de um defeito físico, alinhava-se com o projeto político que visa à revolução proletária, mas se distinguia porque acreditava — e, novamente, os negritos são meus — que a chegada ao poder deveria ser antecedida por mudanças de mentalidade e que os agentes dessas mudanças deveriam ser os intelectuais e a ferramenta essencial deveria ser a escola.

Enquanto a maioria dos pensadores marxistas enfatizava as relações entre economia e política, Il Gobbo deu maior importância à ação ideológica nos campos da educação, da cultura e da intelligentsia no processo histórico de transformação. Muitos de seus conceitos permanecem atuais e — o que é pior — são postos em prática por governos e políticos esquerdistas em todo o mundo. Por exemplo, é dele o de cidadania, pois foi Gramsci que levou à pedagogia a “conquista da cidadania” como um dos objetivos das escolas. Estas deveriam ser manipuladas para o que denominou de “elevação cultural das massas”, alegoria que, segundo ele, representaria a libertação das populações da visão de mundo baseada em “preconceitos” e “tabus” (a religião seria um deles), bem como dos usos e costumes tradicionais que impediriam a crítica das “classes dominantes”.

A maior parte da obra de Gramsci foi escrita na prisão, por ordem de Mussolini e só veio a ser divulgada depois da sua morte. Desse período, há duas obras: as Cartas do cárcere, com mensagens a parentes ou amigos e os famosos 32 Cadernos do cárcere, que não eram originalmente destinados à publicação. Para esconder-se da censura fascista, adotou uma linguagem cifrada, repleta de conceitos originais, como bloco histórico, intelectualidade orgânica, sociedade civil e hegemonia, e de expressões novas, como ‘filosofia da práxis’ como sinônimo de marxismo. Sua escrita, a exemplo da de Nietzsche, é fundamentalmente fragmentada, com inúmeras passagens que se limitam a sugerir reflexões.  

Segundo Gramsci, “toda relação de hegemonia é necessariamente uma relação pedagógica”, isto é, de aprendizado. E obtém-se a hegemonia mediante uma luta de direções contrastantes, primeiramente no campo da ética e depois no da política. Para Il Gobbo, era necessário primeiro conquistar as mentes e só depois o poder. 

No campo da educação, duas influências consentâneas com essas ideias influenciaram a educação de maneira muito forte. A primeira foi a do francês Jean William Fritz Piaget, para quem as crianças só podiam aprender o que estavam preparadas a assimilar. Aos professores  caberia tão somente a tarefa de aperfeiçoar o processo de descoberta dos alunos. Piaget criticou acidamente a modalidade de ensino onde “o professor dita e o aluno copia e repete”.

Crítica endossada pela segunda das influências, o pernambucano Paulo Freire, o pedagogo endeusado pela esquerda de nosso país e autor de A pedagogia do oprimidoCom seu método dialético de alfabetização, Freire denominou jocosamente a então maneira tradicional de educar de “educação bancária”. Freire é — e não posso me furtar de aduzir — infelizmente, o patrono da educação brasileira. O que, certamente, explica as péssimas colocações do Brasil em todos os rankings internacionais divulgados anualmente. Mas trata-se, dizem seus adoradores, de pedagogia crítica, o que para mim não passa de uma antecipação do dialeto weaselese para designar o grande equívoco que é o marxismo.

Sempre que ouço ou vejo o nome de Paulo Freire, lembro-me de Roberto Campos, que não se cansava de se referir a ele como o educador que jamais educara uma criança sequer. Mas vale a pena verificarmos até que ponto suas divagações alucinatórias iam. À educação “bancária” ele contrapunha a educação “libertadora”.

A primeira seria uma relação “vertical” entre educador e educando. Um deteria o conhecimento e a capacidade de pensar, e o outro seria o objeto que recebe o conhecimento e segue o mestre. O educador “bancário”, então, “depositaria” conhecimentos nos alunos e estes passivamente os receberiam. Tal concepção de educação teria como objetivo intencional formar indivíduos acomodados, não-questionadores e que se submeteriam à estrutura de poder vigente, sem objetivos de crescerem na vida, e teria sido idealizada para acobertar os interesses dos “dominadores”.

Trata-se de uma trama muito bem urdida por Freire: ao mesmo tempo em que alerta que educar para pensar é algo perigoso para eles e que mudanças devem ser feitas, ele também propõe uma solução que, ao fim e ao cabo, bestializa os alunos, destruindo sua inteligência e sua própria capacidade de pensar como indivíduos autônomos. E, ao mesmo tempo em que critica a educação “vertical” ou “bancária”, sugere outra verticalidade de viés totalitário, a do estado sobre os indivíduos, transferindo a autoridade de pais e professores para seu exército de ideólogos ocupando as salas de aula.

Segundo sua nomenclatura, uma “educação libertadora ou problematizadora” seria aquela que não separasse professor e aluno, em que ambos seriam concomitantemente educadores e educandos. Em suas palavras:

Desta maneira, o educador já não é o que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando que, ao ser educado, também educa. A educação libertadora abre espaço para o diálogo, a comunicação, o levantamento de problemas, o questionamento e reflexão sobre o estado atual de coisas e, acima de tudo, busca a transformação.

Repare no recorrente estratagema dialético que consiste em dividir tudo o que existe no mundo na suposta dicotomia entre nós eles, sem a qual o socialismo-comunismo não pode existir: nós, os bonzinhos, os socialistas-comunistas de caráter ilibado e ótimas intenções e eles, os malvados defensores do capitalismo, da propriedade privada e da economia de mercado, de péssima índole e intenções escusas.

Bakhtin, Gramsci, Piaget e Freire, os dois primeiros em plano mais filosófico e os dois últimos invadindo (ou ocupando, segundo o dialeto weaselese) as salas de aula, podem ser responsabilizados pelo predomínio — dito cultural — que a esquerda vem exercendo há décadas em todo o mundo. A linguagem das doninhas é fruto, como escrevi no início, de um trabalho árduo, paciente e de longo prazo da esquerda mundial. Mas, como tudo o que é errado não pode funcionar bem durante todo o tempo, as coisas estão começando a mudar.

Alguns exemplos de weaselese

Eis alguns exemplos de palavras e expressões dessa novilíngua tão bem retratada por George Orwell (1903-1950) e que bem ilustram a importância dessa batalha, ao mesmo tempo em que nos exortam a eliminar esse lixo que vem contaminando seguidas gerações, destruindo sua capacidade de pensar, manipulando o idioma e cometendo enormes fraudes semânticas:

Homofobia, machismo, empoderamento, aquecimento global (ou mudanças climáticas), patriarcado, ressignificação da família, misoginia, o uso do em lugar dos artigos ou a, afrodescendente, opressão, luta de classes, golpista, democracia, estado democrático de direito, extrema-direita, mídia golpista, neoliberalismo, capitalismo selvagem, identidade de gênero, justiça social, dívida histórica, xenofobia, ocupação (no lugar de invasão), eurocentrismo, islamofobia, heteronormativismo, elite, classista, burguês, pobre de direita, negro de direita, direito social, distribuição de renda, cultura do estupro, apreensão (no lugar de prisão) de menores, função social da terra, desconstrução, poliamor, homoafetivo, medidas sócio-educativas, transexualidade, problematização, opressão do homem branco, medieval (aplicado à Igreja Católica), transfobia, consciência social, função social, desmatamento, ações afirmativas, minorias, elitista, preconceituoso, “pública, gratuita e de qualidade”, polícia cidadã, relativização, cidadãos críticos, neo (aqui basta acrescentar qualquer palavra), globalização (no lugar de globalismo), excluídos, presidenta, dieta balanceada, manifestantes, inclusão, interrupção voluntária da gravidez, espírito republicano, autonomia do corpo, direito da mulher ao próprio corpo, católicas pelo direito de decidir, sociedade justa e igualitária, saúde reprodutiva, questão de gênero, orientação sexual, autoritarismo (como sinônimo de hierarquia), cadeirante, indivíduos em situação de risco social (criminosos), demandas do nosso tempo, bom dia a todos e todas, pessoa em transição entre empregos (desempregado), sustentabilidade, hipossuficiência e muitas, muitas e muitas outras.

Poderia continuar (existem até dicionários com essas palavras), mas creio que isso já seja suficiente.

Combatendo o bom combate da linguagem

Todo esse discurso contaminado ideologicamente tem uma característica indisfarçável, que é a negação da verdade, o que se explica pela orientação marcantemente relativista do socialismo-comunismo e, no plano prático, pelos conhecidos conselhos do nacional-socialista Goebbels, de que uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade, bem como pelo ensinamento de Lenin de acusar os adversários do que você faz e chamá-los do que você é.

Mas parece que uma nesga de esperança começa a se descortinar neste final de 2016, em que a esquerda brasileira foi batida e humilhada nas eleições municipais, a presidente petista foi destituída, a Inglaterra escolheu o BrexitHillary Clinton perdeu para Donald TrumpHollande está com sérios problemas na França, a bandeira da responsabilidade fiscal está mais visível e as pessoas estão acreditando cada vez menos nas ditas soluções políticas.

A batalha das ideias aí está e o que devemos fazer para vencê-la, aproveitando-nos dessa aparente derrocada do esquerdismo?

Aqui vou apenas dar algumas sugestões genéricas, ao mesmo tempo em que indicarei um curso — Guerra Semântica — criado por Dante Mantovani, especialista em linguística, para estudar metodicamente o tema e mostrar como restabelecer a verdade semântica em dez lições, com abordagem aprofundada e fundamentação sólida. Aqui você pode assistir ao vídeo em que ele fala sobre o curso.

A primeira coisa que devemos fazer para ganharmos a batalha da linguagem é nos insurgir contra a mentira. E, para combatermos a mentira, temos necessariamente de reconhecer que existe a verdade. Isso não quer dizer, em absoluto, que pretendamos ser seus donos; apenas que devemos mostrar todo o arsenal de embustes que se esconde atrás dessa linguagem politicamente correta da esquerda. A mentira não pode prevalecer durante muito tempo e, em se tratando das ideias socialistas, seu tempo já é mais do que passado.

Assim, reaja sem medo, tão logo você ouvir alguma dessas palavras ou expressões envenenadas, mostrando que você tem cérebro e que ele funciona, mesmo se você foi treinado na escola por professores do método Freire. Mostre que o socialismo-comunismo jamais funcionou em país algum, não funciona e nunca vai funcionar.

Para isso, é preciso que você faça um pequeno esforço, começando pela supressão dos jornais e documentários de TV e dos jornais impressos, que estão impregnados de doninhas. Busque outras fontes de informação. A internet aí está para isso. A lei da demanda funciona sempre e, portanto, caindo a demanda por esse verdadeiro lixo, os proprietários de TVs e de jornais terão que se livrar dos maus jornalistas, que são na verdade militantes. Se não agirem assim, vão quebrar. Mercado neles!

Se você tem filhos na escola, acompanhe tudo o que os professores estão fazendo com eles, porque a responsabilidade é toda sua. Se perceber a existência de professores militantes — e certamente isso vai acontecer — vá à escola e diga que seu filho não está ali para ser doutrinado por ideias de esquerda ou de direita, mas para aprender. Se a coordenação ou direção da escola não se mostrar receptiva, ameace trocar de escola. E se nem assim funcionar, troque. Aqui o mercado também funcionará.

Se você é universitário e está cansado dessa xaropada doutrinadora, desse lerolero esquerdista que domina os cursos de ciências humanas, especialmente nas universidades públicas, comece a contestar respeitosamente seus professores. Use argumentos e não se impressione nem com a idade, nem com a barba e a sandália do seu professor petista ou psolista ou com aquele vestido sempre comprido e os cabelos desalinhados da professora marxista, pois a maioria deles não tem argumentos. Os que eventualmente apresentarem alguns argumentos muito provavelmente irão respeitar também os seus. Se eles não respeitarem você, ficarão mal perante a turma.

E se você, tal como eu, é professor universitário, tenha sempre em mente uma famosa frase de Mises, a de que basta haver um solitário professor que tenha as ideias certas — e que saiba transmitir sua lógica — em um departamento, para que um grande número de alunos se interesse e busque aprofundar-se nelas. A esse respeito posso, por experiência própria, assegurar que o “bom velhinho” estava coberto de razão.

E, para incentivar seus alunos a não abandonarem seus intentos diante das enormes dificuldades representadas pela cultura predominantemente de esquerda, diga para eles que, se eles têm convicção de que suas ideias são corretas, então sigam a máxima: o sentido é mais importante do que a velocidade.


[1]  Por exemplo, segundo Olavo de Carvalho, o autor do Tractatus Logico-Philosophicus, o filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein (1889-1951), um dos membros do famoso círculo de Viena e primo de F. A. Hayek, “se notabilizou pelo seu ódio insano à ciência, que ele considerava a raiz de todos os males modernos, e pela precariedade dos conhecimentos de matemática e linguística com que se meteu a enfrentar os problemas da linguagem filosófica”.

https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2574&fbclid=IwAR34Ir8IjX4sQPZOOpRSBj0Ot1hEkpyAXDoJ3ak-RBjKMzPKLR7ZtsBLF0o

O componente mais fantástico e surpreendente de uma economia de mercado: o sistema de preços

Por que um aumento da gasolina na década de 1970 levou a um maior consumo de chocolates?

Como os recursos são alocados? Como empreendedores sabem o que deve ser produzido e em qual quantidade? Como os consumidores fazem os empreendedores saber quais são suas demandas?

A resposta é uma só: por meio do sistema de preços.

Não sejamos comedidos com as palavras: se o sistema de preços houvesse sido meticulosamente inventado pelo homem, seria uma das mais genais criações da mente humana.

Não houvesse um sistema de preços, simplesmente ainda estaríamos vivendo em condições de subsistência, com um padrão de vida baixíssimo. Jamais teríamos vivenciado todos os avanços alimentares, tecnológicos, medicinais e de conforto que usufruímos hoje.

Entender o sistema de preços é entender como bilhões de indivíduos completamente estranhos uns aos outros, espalhados pelo globo, falando dezenas de idiomas diferentes, e cada um preocupado apenas com o bem-estar próprio e o de sua família, fazem escolhas e agem de uma maneira que torna completamente possível a nossa atual prosperidade — possibilitando desde a existência diária de todos os tipos de alimentos frescos nas gôndolas dos supermercados até a incrível oferta de todos os tipos de bens de consumo e de serviços à nossa disposição.

Os preços coordenam tudo

O sistema de preços, quando deixado a funcionar livremente, é um engenhoso método de comunicação e coordenação capaz de aprimorar substantivamente as condições de vida dos seres humanos.

Os preços livremente formados nos informam sobre a abundância ou escassez de cada bem ou serviço específico, e coordenam como cada bem e serviço será usado em um dado processo de produção. 

Para os consumidores, um aumento nos preços de um produto sugere que este se tornou mais escasso. Consequentemente, os consumidores irão reduzir o consumo deste produto em decorrência deste aumento do preço e procurar por substitutos mais baratos.

Para os produtores, os preços maiores deste produto informam que pode haver maiores oportunidades de lucro para entrar neste mercado específico. Estes novos concorrentes irão ou produzir mais deste produto, aumentando sua oferta, ou produzir bens alternativos para concorrer com o produto em questão.

Este é o processo de descoberta que define a essência do mercado. E é este processo, quando deixado a ocorrer livremente, que garante que os preços estejam sempre em níveis que tendam a equilibrar oferta e demanda.

Naquele que talvez seja o seu mais importante artigo — O Uso do Conhecimento na Sociedade —, o economista austríaco Friedrich Hayek explicou detalhadamente a importância dos preços: eles transmitem todas as informações detalhadas que diferentes pessoas ao redor do mundo possuem sobre aspectos específicos de vários mercados.

O mercado — ou seja, a interação voluntária e espontânea de bilhões de pessoas ao redor do globo — é incrivelmente eficiente em compilar e extrair informações oriundas de um vasto arranjo de fontes ao redor do globo. Assim, os preços livremente formados no mercado enviam sinais importantes tanto para os consumidores quanto para os produtores, gerando assim uma coordenação espontânea ao redor do globo.

Um carpinteiro no Canadá, por exemplo, não precisa saber que está havendo uma escassez de aço na China para perceber que seus materiais estão mais escassos e mais caros do que antes. O preço dos pregos e parafusos já lhe dirá tudo o que ele precisa saber.

Ou imagine um fabricante de rádio.  Para construir seu produto, ele pode utilizar uma miríade de materiais, desde um simples plástico até a nobre platina. Como a platina é um metal nobre e relativamente escasso, seu preço é alto. Esse preço alto está enviando um sinal inequívoco ao fabricante de rádio: se ele quer usar platina, então é bom que seja para um motivo muito urgente, pois ele estará retirando recursos de outras indústrias para as quais a platina é um dos poucos materiais que tornam seu processo de produção lucrativo. 

Esse alto preço da platina, que o fabricante de rádio certamente não pode pagar, é reflexo do fato de que a platina é necessitada com mais urgência em outros setores da economia, e a lucratividade que ela gera para esses setores permite que seus usuários elevem o preço da platina até o ponto em que passa a não ser vantajoso para o fabricante de rádio competir por esse recurso escasso.

É claro que o fabricante de rádio não necessariamente sabe por que o preço da platina é tão alto, ou quais são seus outros possíveis usos. Tudo o que ele sabe é que a platina é cara — e ele deve reajustar seu processo de produção de acordo com essa realidade. Ele terá, então, de utilizar um material como o plástico, cuja maior abundância ou menor urgência em outros setores torna seu uso mais viável e racional.

Milhões de decisões como essa são feitas diariamente, desde a fabricação de aviões até a produção de pães. As decisões são racionalizadas exatamente por causa do sistema de preços, e sem que os produtores envolvidos nesses processos tenham de saber por que exatamente as condições econômicas do momento fazem os preços serem como são. 

Se houver gerenciamento, haverá ruptura

Esses exemplos nos mostram como o arranjo é intrincado e instável demais para ser “gerenciado” ou sofrer uma “sintonia fina”. 

O sistema de preços aloca os recursos de forma que eles sejam utilizados da maneira mais racional possível, de modo a evitar desperdícios e más alocações. Qualquer controle de preços, por mais trivial que pareça, irá inevitavelmente perturbar e descoordenar todo esse complexo arranjo.

Conclusão lógica: qualquer intervenção no sistema de preços irá gerar irracionalidade na produção, desperdícios de recursos e escassez de bens. Qualquer intervenção no sistema de preços, inclusive no preço da mão-de-obra ou no preço do dinheiro (juros), também gerará efeitos disruptivos.

Para ilustrar todo o maravilhoso funcionamento do sistema de preços, a espetacular coordenação que ele gera e, acima de tudo, os resultados surpreendentes e inesperados causados por súbitas alterações nos preços de determinados produtos, não posso fazer mais do que recomendar efusivamente o vídeo abaixo (de menos de 5 minutos e com legendas em português).

Quem poderia imaginar que o aumento do preço do petróleo na década de 1970 levaria a um aumento do consumo de chocolates?

https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2686&fbclid=IwAR0uBaPFvQ6ppo5eKmg_emEBKBE7sNdapfyf3cRw7IjFRnOQyx36SOlpEA0

Pfizer e Saúde investigam morte de adolescente após vacinação

Jovem de 16 anos recebeu a primeira dose da Pfizer em 25 de agosto e, no dia seguinte, começou a sentir cansaço e falta de ar

A Pfizer emitiu um comunicado nesta quinta-feira (16) reconhecendo a morte de um adolescente após a aplicação da primeira dose de sua vacina em São Bernardo do Campo (SP). Segundo a farmacêutica, o caso está sob investigação mas, até o momento, “não foi estabelecida uma relação causal entre o ocorrido e o imunizante”. A empresa também investiga relatos de miocardite e pericardite após a aplicação da vacina.

A Anvisa também emitiu comunicado sobre o assunto em diz que ainda não há motivos para vetar a recomendação à vacina da Pfizer para adolescentes entre 12 e 17 anos.

No caso do óbito, trata-se de um jovem de 16 anos que recebeu a aplicação em 25 de agosto. Um dia depois, segundo consta no relato do Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde (Cievs), o adolescente começou a sentir sintomas como cansaço e falta de ar. Em 27 de agosto ele procurou atendimento médico e voltou para casa. No entanto, o paciente resolveu procurar novamente o serviço e, posteriormente, foi transferido para UTI de um hospital após quadro de mal súbito. Ele morreu em 2 de setembro.

Ao detalhar a ciência dos casos de miocardite e pericardite, que são inflamações no coração e no revestimento externo do órgão, a farmacêutica definiu os relatos dos eventos adversos após a aplicação da vacina como “raros”. “A Pfizer leva o acompanhamento e monitoramento destes casos muito a sério”, disse no comunicado.

A farmacêutica ainda reitera a autorização que recebeu da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aplicar a vacina em adolescentes e que a “autorização regulatória já havia sido concedida pelo FDA e pela EMA”, que são as agências regulatórias de saúde dos EUA e da União Europeia. “O benefício da vacina ComiRNAty permanece estabelecido”, completou.

Momentos antes da divulgação da mensagem, o Ministério da Saúde anunciou a suspensão da imunização em crianças e adolescentes no Brasil, mantendo apenas a recomendação para as pessoas da faixa etária que estão no grupo prioritário, que inclui jovens com comorbidades, com deficiências permanentes ou privadas de liberdade.

O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, reiterou que o ministério ainda apura o óbito. “Precisamos fazer toda uma investigação clínica laboratorial detalhada para verificar se essa associação temporal está relacionada à aplicação. Esse é um exemplo de situação que precisamos ficar atentos”, afirmou.

A decisão da pasta, no entanto, não foi diretamente relacionada à morte do jovem em São Bernardo do Campo, mas à “ocorrência de efeitos adversos”, de forma geral, e à falta de “evidências científicas sólidas”, segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

No mês passado, a Pfizer e a BioNTech anunciaram a assinatura de uma carta de intenções com a farmacêutica brasileira Eurofarma para a produção de vacina contra a covid-19. A vacina será produzida no Brasil e distribuída em toda a América Latina (veja vídeo abaixo)

Leia a nota da Pfizer na íntegra

“A Pfizer está ciente de relatos raros de miocardite e pericardite, além de outros possíveis eventos adversos, após a aplicação de vacina de RNA mensageiro contra a COVID-19, e leva o acompanhamento e monitoramento destes casos muito a sério

Especificamente sobre o caso de óbito em São Bernardo do Campo, a companhia está acompanhando, mas, até o momento, não foi estabelecida uma relação causal entre o ocorrido e o imunizante da Pfizer.

A ComiRNAty, vacina da Pfizer/BioNTech contra a COVID-19, recebeu em 11 de junho de 2021 a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para uso em adolescentes de 12 a 15 anos no Brasil.

A autorização regulatória da vacina para adolescentes já havia sido concedida pelo FDA e pela EMA (agências regulatórias de saúde dos EUA e União Europeia), além de países como Reino Unido, Canadá, Chile, Uruguai, Israel, Dubai, Hong Kong, Filipinas, Cingapura e Japão.

A vacina demonstrou eficácia de 100% em estudo clínico com jovens dessa faixa etária. Os ensaios de fase 3 foram realizados em 2.260 adolescentes, nos Estados Unidos, e apresentaram respostas robustas na produção de anticorpos com perfil de segurança favorável, muito semelhante ao observado nos outros grupos etários.

Com centenas de milhões de doses da vacina Pfizer BioNTech COVID-19 administradas globalmente, o benefício da vacina ComiRNAty permanece estabelecido.

A definição da utilização e da disponibilização da vacina no Brasil é feita com base em critérios de recomendação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).”

https://noticias.r7.com/brasilia/pfizer-e-saude-investigam-morte-de-adolescente-apos-vacinacao-16092021

NOTA DE FALECIMENTO – Subinspetor Gomes

É com grande pesar que informamos que na data de ontem, quarta-feira, 15, faleceu o Subinspetor Paulo Roberto Gomes, lotado na Inspetoria de Divisão 23.O Subinspetor Gomes ingressou na Guarda Civil Metropolitana no ano de 1987. Tinha 54 anos, era casado e deixa uma filha. O velório será a partir das 09h de hoje, no Cemitério São Pedro – Av. Francisco Falconi, 837 – Vila Alpina, São Paulo – SP, e a cerimônia de cremação será as 14h no crematório da Vila Alpina – Avenida Francisco Falconi, 437.A GCM presta suas condolências aos familiares e amigos do Subinspetor Gomes.

https://www.facebook.com/guardacivilsp/photos/a.393364134039411/6161231947252572

TOR FAZ APREENSÃO DE FUZIS E PISTOLAS DE ORIGEM ESTRANGEIRA EM ASSIS

Hoje (16), equipes do TOR – Tático Ostensivo Rodoviário do 2º Batalhão de Polícia Militar Rodoviária fizeram apreensão de 23 fuzis e 10 pistolas. A ação aconteceu durante a Operação São Paulo Mais Seguro na Rodovia Raposo Tavares – Km 453, município de Assis, quando a equipe abordou um caminhão e o condutor apresentou grande nervosismo diante da fiscalização, motivando uma busca minuciosa no veículo, sendo encontrado dentro do estepe do caminhão, 23 fuzis e 10 pistolas todas de origem estrangeira.

#POLICIAMILITARSP #AFORÇAPÚBLICADESÃOPAULO COMUNICAÇÃO SOCIAL PMESP

https://www.facebook.com/POLICIAMILITARDESP/photos/a.776924209009936/4292538297448492/

China é uma aberração econômica artificial

China: uma aberração econômica keynesiana e mercantilista

O modelo econômico concentra privilégios àqueles ligados ao governo

Nota do Editor

Grupo Evergrande é a segunda maior incorporadora da China. Está localizada na província de Guangdong. Vende apartamentos majoritariamente para a classe média e para a alta classe média. Em 2018, ela se tornou a incorporadora com o maior valor de mercado do mundo.

Hoje, a empresa está à beira do colapso. Suas ações, que chegaram a valer HK$ 32 na bolsa de Hong Kong, hoje valem HK$ 2.

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Evolução das ações da Evergrande na bolsa de Hong Kong.

O roteiro é o mesmo de toda bolha imobiliária estimulada pelo governo: juros artificialmente baixos (controlados pelo estado) fizeram com que várias pessoas se endividassem para comprar imóveis. 

Ato contínuo, a incorporadora saiu construindo prédios a rodo.

Com o tempo, as pessoas se deram conta de que não conseguiriam honrar suas dívidas e começaram a dar calotes. O mercado imobiliário desaqueceu. 

Consequentemente, os prédios construídos pela Evergrande desabaram em valor de mercado, ao mesmo tempo em que os custos de construção aumentaram, devido à grande demanda por materiais.

O passivo da empresa (dívidas com bancos e com empreiteiros e fornecedores, além de compradores que pagaram antecipadamente por apartamentos inacabados) ficou muito maior que seus ativos (receitas de venda e imóveis).

No total, a incorporadora chinesa tem uma dívida superior a US$ 300 bilhões, sendo uma das empresas mais endividadas do mundo.

Em caso de calote generalizado, o sistema bancário chinês estará em sério risco. Os grandes bancos chineses já foram alertados que, a partir de 20 de setembro, a incorporadora não mais irá conseguir rolar suas dívidas.

Semana passada, viralizou nas redes sociais um vídeo em que nada menos que 15 prédios residenciais chineses são demolidos. Estavam há anos inacabados e vazios (pois os custos de construção ficaram maiores que as eventuais receitas de venda). Uma perfeita ilustração de como acabam todas as bolhas imobiliárias.

Fernando Ulrich, com seu didatismo costumeiro, explica a situação da Evergrande em mais detalhes.

Já o artigo abaixo, originalmente publicado em agosto de 2017, já apontava, via evidências empíricas, que o setor imobiliário chinês era uma ficção insustentável. 

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Recentemente, passei duas semanas viajando pela China. Trata-se de um país de enormes contrastes: o velho e o novo, a pobreza e a riqueza, o tradicional e o moderno, o Ocidente e o Oriente.

Embora tenha sido uma estranha experiência repleta de várias impressões, o que realmente mais chama a atenção é o óbvio e contraditório contraste econômico entre a riqueza e o desperdício.

Nas grandes cidades, localizadas nas zonas de desenvolvimento econômico, o cenário é de enormes arranha-céus comerciais ao lado de grandes complexos de prédios residenciais de pelo menos 30 andares. Estes complexos residenciais são agrupados em dúzias de edifícios enormes e idênticos. Há situações em que estes complexos residenciais estão localizados nos subúrbios, para facilitar a expansão das cidades. Em outras, estão ali apenas para alterar os padrões de locomoção das pessoas de acordo com o plano piloto (feito por burocratas) daquela cidade.

O aglomerado de arranha-céus é salpicado por um impressionante número de guindastes operando nas várias áreas de construção da cidade, os quais produzem apartamentos residenciais e arranha-céus comerciais a uma velocidade impressionante. As cidades vão se expandindo e invadindo a zona rural, devorando as redondezas como um enxame de gafanhotos.

O cenário é um de produção intensa; uma sociedade vivenciando um enorme crescimento econômico e uma grande criação de riqueza.

O que a noite revela

Porém, o cair da noite revela um cenário bastante diferente nestas mesmas cidades em expansão. Embora o pôr do sol faça com que as torres com os guindastes se destaquem ainda mais, é gritante a ausência daquele sinal mais básico da civilização: a iluminação artificial. A maioria destes edifícios já finalizados se transforma em meras silhuetas contra o pôr do sol. E, à noite, são tão escuros quanto o tronco de uma árvore morta.

Se você ficar parado no meio de uma metrópole, poderá observar os arranha-céus de metal e vidro envoltos por luzes de néon, como é de se esperar. Porém, em meio a estes arranha-céus, verá vários edifícios totalmente escuros e vazios — e completamente mortos. E não são edifícios recém-construídos, que apenas estariam esperando a mudança de novos moradores; são edifícios completamente desabitados e que nunca foram usados.

Trata-se de um perfeito exemplo de destruição de capital e de desperdício de recursos escassos, os quais agora estão imobilizados em algo que não é usado e que não está gerando renda e riqueza para ninguém. Tais construções são um monumento ao erro econômico. O contraste é, ao mesmo tempo, enigmático e assustador, e nos revela algo de importante sobre a natureza do recente milagre econômico chinês: ele é fundamentalmente falso e sem solidez.

Para começar, por que tantos prédios vazios? Simples.

Os chineses poupam mais da metade de sua renda. Mais ainda: os 10% mais ricos da população poupam acima de dois terços da sua renda. Mas esse dinheiro poupado não vai para ações. Apenas 7% dos investidores urbanos detêm ações. E metade desses que detêm ações não investiram mais do que US$ 15 mil. Com efeito, estima-se que os chineses colocam apenas 15% de seus ativos na bolsa — e tal estimativa talvez ainda esteja exagerada.

Para onde, então, vai toda essa poupança? Exato, é investida no mercado imobiliário.

A porcentagem de famílias chinesas proprietárias de imóveis chega a 90%. Para efeitos comparativos, nos EUA, essa taxa é de apenas 64%, mesmo com os americanos sendo muito mais ricos que os chineses e, consequentemente, com uma melhor capacidade de receber crédito.

E é assim porque, na China, ser dono do próprio imóvel é uma característica inerente à cultura deles. Um homem chinês não terá nenhuma chance de arrumar uma namorada ou mesmo de usufruir um rápido encontro sexual caso ele não seja o proprietário de um imóvel — não importa o quão pequeno seja o imóvel.

Daí o fervor com que o estado financia construções.

O gráfico abaixo mostra a porcentagem que os imóveis representam da riqueza total da população americana e da população chinesa.

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Ou seja, 74,7% das riquezas das famílias chinesas estão na forma de imóveis. Nos EUA, essa cifra é de 27,9%. Isso ajuda a explicar por que a bolha imobiliária chinesa é uma das maiores da história moderna.

Mas a questão principal é essa: quando essa bolha estourar e os valores dos imóveis despencarem, isso irá causar uma inimaginável implosão na riqueza dos chineses. De uma só vez, 75% (três quartos) dos ativos das famílias chinesas serão destroçados.

Quão grande é essa bolha? Só em Xangai, os preços dos imóveis mais do que sextuplicaram desde 2000, aumentando 6,6 vezes.  Isso representa um aumento de 560%.

Só que, atualmente, 27% dos imóveis chineses em áreas urbanas estão desabitados.

Mas os imóveis não representam toda a má alocação de recursos da economia chinesa. Com efeito, representam apenas uma fatia dela. Houve maciços e esbanjadores projetos de construção em toda a China, os quais envolveram a construção de basicamente qualquer coisa que você seja capaz de imaginar.  Como explicado neste artigo:

Durante um período de apenas dois anos, 2011 e 2012, o qual representou o ápice da tão aclamada “agressiva política de estímulos” do governo chinês em resposta à recessão do mundo desenvolvido, a China consumiu mais cimento do que os EUA consumiram durante todo o século XX!

Esse fato insano tem de ser corretamente digerido.  Eis uma maneira de colocar as coisas em suas devidas proporções.

Pense em todo o processo de urbanização ocorrido nos EUA ao longo dos últimos 100 anos.  Pense na construção de todos os edifícios comerciais, de todos os prédios residenciais, de todas as casas, de todos os arranha-céus, e de todos os shoppings que adornam as milhares de cidades americanas da costa leste à oeste.  Pense também na construção de toda a infraestrutura do país, desde as simples ruas e avenidas das cidades até as grandiosas represas Hoover, TVA e Grande Coulee, passando por toda a malha de rodovias, aeroportos, portos, rodoviárias, estações de trem, de metrô.  Pense em todos os estádios de futebol americano, de beisebol, de basquete, de hóquei; em todos os auditórios e estacionamentos que já foram construídos no país. 

Todo o volume de cimento gasto nesse processo de 100 anos foi o mesmo que a China gastou em dois anos.

Ou seja, a economia chinesa se baseia, de maneira explícita, em projetos criados e financiados pelo estado (via subsídios diretos ou crédito barato fornecido por bancos estatais), como é o caso de todos os edifícios e obras públicas. Provavelmente não seria um grande exagero dizer que a economia chinesa é um projeto keynesiano de criação de empregos artificiais em larga (escandalosa) escala. Tais projetos estão tão longe de uma genuína criação de valor quanto qualquer empreendimento de cunho keynesiano.

Furos e megalomania

O declínio da China já está se tornando mais óbvio se você olhar para os lugares certos. A atividade industrial já apresenta uma queda significativa naqueles setores que fornecem a matéria-prima para toda essa atividade construtora, como os de aço e cobre. Instalações que, até 2014, funcionavam a pleno vapor, com três turnos, hoje mal conseguem manter um único turno. Na maioria delas, há empregados completamente ociosos que estão ali apenas para coletar seus salários. Eles não são demitidos porque, se a empresa fizer isso, irá enfurecer o líder local do Partido Comunista, o qual poderá cortar subsídios e até mesmo punir o empresário.

Ao mesmo tempo em que os arranha-céus emergem, as pessoas se aglomeram em favelas à sombra destes mesmos arranha-céus. Do topo de um hotel de luxo construído exclusivamente para executivos ocidentais, a vista é um tanto sombria em cidades como Hangzhou ou Wuxi. Tudo é uma fachada. Ao passo que as principais ruas das cidades são iluminadas e vibrantes, com inúmeros comércios, ao redor delas há um sem número de favelas totalmente às escuras já por volta de 8 da noite de um sábado. Desta mesma vista do topo do hotel é fácil identificar os trechos da cidade que os planejadores centrais querem que os turistas estrangeiros utilizem: são aqueles únicos que possuem iluminação em meio a todo o resto escuro da cidade.

O tão falado projeto do ‘novo cinturão chinês’, chamado de “Um cinturão, uma estrada” — um projeto do governo chinês que busca, por meio de ferrovias, portos e rodovias, recriar caminhos milenares que conectavam o Ocidente e o Oriente — nada mais é do que tudo isso em escala internacional. O objetivo do projeto é recriar a rota da seda com uma infraestrutura moderna, ligando o extremo oriente à Europa via terra e água. O projeto consiste em várias obras de infraestrutura em aproximadamente 60 países, e recorre a acordos comerciais para alavancá-lo. Na prática, trata-se de um grande projeto político. Ele é planejado pelo estado, financiado pelo estado e executado por empreiteiras ligadas ao estado. A intenção do projeto, ao menos durante sua fase de construção, é criar obras para empresas chinesas no exterior, garantindo empregos e receitas. Trata-se de algo baseado exclusivamente em planejamento central, e não em reais demandas de mercado.

Como bem resumiu o economista David Stockman,a China é uma aberração cujo modelo econômico simplesmente não tem semelhança a nenhum outro modelo econômico já adotado por algum outro país em algum momento da história (nem mesmo ao modelo mercantilista de estímulo às exportações originalmente criado pelo Japão, e que já se comprovou insustentável). A economia chinesa é hoje uma mistura maluca de empreendedorismo de livre mercado em algumas áreas, de investimentos subsidiados e dirigidos pelo governo, de mercantilismo keynesiano, e de planejamento central comunista. Quando entrar em colapso, não será bonito.

Conclusão

O que a China nos ensina sobre economia e política econômica é aquela lição que quase nunca é fornecida nas salas de aula: é de crucial importância distinguir entre uma produção voltada para a criação de valor e uma produção que apenas consome e destrói capital.

A história do desenvolvimento econômico da China é, majoritariamente, uma história de crescimento insustentável e centralmente planejado, o qual mira apenas os números do PIB. Há uma visível falta de criação de valor, de acumulação de capital e de empreendedorismo voltado à satisfação das necessidades da população.

A produção cria empregos mesmo quando aquilo que é produzido são obras de infraestrutura esbanjadoras e irracionais, cidades fantasmas e prédios vazios em cidades desabitadas (veja vídeos sobre isso aqui). Só que tais empregos só existirão enquanto as obras durarem — isto é, enquanto ainda houver capital disponível para ser destruído, domesticamente ou atraído do exterior.

https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2736&fbclid=IwAR2MIfW_p77OeYkr5rDxxP6gdp9cX15cBInQEY5tL3OCEBb11qoIhrD7sP8

Comissão aprova proposta sobre ações contraterroristas

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Mesmo diante de longa obstrução dos partidos de oposição, a comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quinta-feira (16), a proposta de ações contraterroristas (PL 1595/19). Foram 22 votos a favor e 7 contrários. A proposta seguirá para análise no Plenário da Câmara.

Ao todo, a discussão e a votação do texto-base e dos destaques duraram 8 horas e meia, encerrando-se no início da madrugada dessa sexta-feira (17).

Para facilitar a aprovação, o relator, deputado Sanderson (PSL-RS), apresentou 23 novas alterações ao substitutivo divulgado no início da semana. Algumas mudanças são apenas de redação, outras de conteúdo, como a retirada da previsão de um tipo penal para punir a insubordinação de agentes de segurança pública.

Foram rejeitadas as dez tentativas da oposição de alterar o texto-base por meio de destaques.

Sanderson garantiu que, na essência, a proposta apenas permite a ação integrada de unidades militares, policiais e de inteligência na prevenção e no combate ao terrorismo no Brasil. O relator também rebateu a principal crítica da oposição, quanto aos riscos do texto para os movimentos sociais e a democracia.

“Em nenhum momento, o projeto traz criminalização de movimentos sociais ou qualquer tipo de ataque ou risco à democracia. Nós retiramos o artigo que estabelecia um tipo penal para insubordinação [de agentes de segurança] e, com isso, o projeto não traz nenhum dispositivo penal como também não há nenhum dispositivo processual penal”, afirmou Sanderson.

“São comandos administrativos que criam o Sistema Nacional Contraterrorista, de modo que as agências de inteligência, as agências policiais e as Forças Armadas tenham condições de se anteciparem na localização de possíveis células terroristas”, explicou.

Outro ajuste do relator Sanderson foi a previsão de que os recursos alocados pelo governo para a implementação da Política Nacional Contraterrorista não serão remanejados do orçamento das Forças Armadas.

A proposta original é do deputado Vitor Hugo (PSL-GO), que aproveitou o conteúdo de um projeto apresentado pelo então deputado Jair Bolsonaro e arquivado em 2019 (PL 5825/16).

O texto cria o Sistema Nacional (SNC) e a Política Nacional Contraterrorista (PNC), sob supervisão do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Há previsão de treinamento e qualificação de profissionais de segurança pública e da inteligência para ações preventivas e repressivas, “sigilosas ou ostensivas”, para desarticular ou enfrentar grupos terroristas.

O relator já havia acatado a sugestão de mudança da Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/11) para permitir que as autoridades responsáveis pela execução de ações contraterroristas tenham acesso irrestrito às informações de infraestrutura e a informações classificadas como sigilosas.

Divergências
A discussão da proposta foi marcada por grande divergência entre parlamentares governistas e da oposição. A líder do Psol, deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), avalia que o texto é inconstitucional e cria uma “polícia paralela” para conter o Movimento dos Sem Terra (MST) e outros grupos já classificados de “terroristas” pelo próprio presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores.

“Pegar uma ideia ampla e aberta do que é terrorismo é abrir brecha, sim, para criminalizar quem luta pela terra e quem luta por direitos trabalhistas, para criminalizar quem quer reforma urbana e reforma agrária. O que se quer aqui é criar uma polícia paralela a serviço de Bolsonaro e de sua ânsia golpista e antidemocrática”, disse a deputada.

O líder da oposição, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), argumentou que uma lei em vigor desde a Olimpíada de 2016 (Lei 13.260/16) já dá os instrumentos para o Brasil enfrentar o terrorismo internacional, definido como uma série de atos “cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado” que exponha pessoas, patrimônios e paz pública a perigo.

Segundo Molon, a atual proposta governista coloca em risco vários direitos fundamentais. “Atos terroristas não são um problema brasileiro. Esse projeto de lei busca alargar, além dos limites legais, o conceito de atos terroristas. As manifestações constituídas pela sociedade civil, a despeito de toda a proteção constitucional à associação e à manifestação do pensamento, ficam ameaçadas e podem eventualmente ser alvo dessas ações falsamente chamadas de contraterroristas. Temos as liberdades de expressão, de reunião e de associação colocadas em grave risco por esse projeto”, alertou.

A oposição ainda citou as manifestações do Ministério Público, do Alto Comissariado de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Democracia e até mesmo de entidades policiais contrárias à proposta.

Outro risco apontado é quanto ao possível aumento das hipóteses de excludente de ilicitude para ações contraterroristas, que, para o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), seria uma “licença para matar”.

Cinco deputados da oposição chegaram a apresentar votos em separado como possíveis alternativas ao relatório de Sanderson. Paulo Teixeira, Fernanda Melchionna (Psol-RS), Orlando Silva (PCdoB-SP) e Perpétua Almeida (PCdoB-AC) pediram a rejeição do projeto original, enquanto Subtenente Gonzaga (PDT-MG) sugeriu um novo substitutivo menos polêmico.

Perpétua Almeida disse que o projeto de lei “atende o interesse exclusivo do presidente Bolsonaro de ter a sua própria polícia”. “O Brasil já tem Abin [Agência Brasileira de Inteligência], Forças Armadas, Polícia Federal e polícias militares, todas com real poder de investigar e punir alguém que estiver com ato terrorista no País”, declarou.

A oposição aposta que o projeto de lei será derrotado nas votações no Plenário da Câmara ou no Senado.

Defesa do projeto
Em defesa da proposta de ações contraterroristas, o vice-líder do governo deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM) citou a necessidade de o País se prevenir da ocorrência de atentados, como o ocorrido nos Estados Unidos há 20 anos.

“O projeto não trata de manifestações, mas de integrar a inteligência do nosso país para que não aconteça um 11 de setembro. Não tem nada a ver com manifestações nem questões antidemocráticas. É um projeto que vem trabalhar em relação à segurança nacional”, disse o parlamentar.

Vice líder do Novo, o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) também manifestou apoio ao projeto de lei, mas chegou a pedir mais tempo para o amadurecimento do texto. “Sobre a confusão entre movimentos sociais e movimentos marginais, como o MST: não é disso que efetivamente se trata. Aqui há uma tipificação muito clara do terrorismo em si. As ações contraterroristas são necessárias, no entanto, achamos que essa matéria ainda pode ser mais bem debatida, já que há muitas incompreensões sobre o tema. É importante que possamos votar de forma mais pacificada e amena”, afirmou.

Autor da proposta, o deputado Vitor Hugo rebateu argumentos de que há entidades de segurança pública contrárias ao texto. “As manifestações iniciais de várias entidades foram mudando ao longo do tempo porque Sanderson aperfeiçoou a proposta, e é importante que a gente aprove o texto”, ressaltou.

A reunião desta quinta-feira foi coordenada pelo presidente da comissão, deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES).

Outros pontos
A proposta aprovada pela comissão não exclui a atribuição da Abin para a execução das atividades de prevenção e acompanhamento estratégico do terrorismo, por meio da coleta e da busca de dados de inteligência e da produção de conhecimento.

Segundo o texto, o Legislativo será responsável pelo controle e fiscalização das ações contraterroristas. O órgão de controle externo do Congresso será integrado pelos líderes da Maioria e da Minoria na Câmara e no Senado; pelos presidentes das comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara; e pelos presidentes das comissões correspondentes do Senado.

Estão previstas as criações da Autoridade Nacional Contraterrorista, responsável por conduzir a política nacional junto às autoridades militar e policial, e de duas “unidades estratégicas”: o Comando Conjunto de Operações Especiais, comandado por um oficial-general das Forças Armadas, e o Grupo Nacional de Operações Especiais.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – José Carlos Oliveira
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Agência Câmara de Notícias

https://www.camara.leg.br/noticias/807190-comissao-especial-aprova-proposta-sobre-acoes-contraterroristas-acompanhe/

A FENEME TENTA IMPOR O SEU MONOPÓLIO NA PEC 32

Por Santana

Solicito aos Nobres Parlamentares, representantes legítimos do povo, que não cedam ao Lobby Corporativista dos Coronéis PM ligados à associação Arcaica de oficiais PM Feneme, estão atacando a existência e as competências legais das Guardas Municipais e dificultando a justa correção legal junto ao relatório final da PEC 32, as Guardas Municipais, exercem atividade típica de Estado, não interessa o que o Lobyy Corporativista das polícias militares acham.. Os Guardas Municipais são amparados por Estatuto Federal próprio, e dentre as suas atribuições legais está o policiamento preventivo e comunitário, armado e fardado. Tais agentes da autoridade, conforme o SUSP, Lei Federal 13022 , CBO (classificação brasileira de ocupações código 5172-15, exercem atividades policiais de Estado, semelhantes a realizada pelas polícias militares, estão fardados, armados, intervém em ocorrências policiais em flagrante delito, assim como as PMs, conduzem e apresentam as suas ocorrências policiais às Autoridades Policiais, assim como os PMs, trabalham em locais insalubres, perigosos e degradantes assim como os PMs, correm risco de morte 24h em função de suas atividades ou em decorrência delas, assim como os PMs, e como que, em pleno ano 2021 ainda há algum questionamento diante das atribuições policiais das Guardas Municipais, ou é ignorância, despreparo ou má-fé de parte deste oficialato que deseja possuir o Monopólio da Segurança Publica, algo muito perigoso, pois a Sociedade não pode ficar refém de uma única polícia!


Os coronéis monopolistas da Feneme, de mente fechada, arcaicos, estão tentando a todo custo dificultar a vida das Guardas Municipais, estão tentando deixar estas importantes corporações policiais de fora das atividades típicas de Estado, o que na prática, irá inviabilizar as suas atribuições legais e aumentar drasticamente os índices de criminalidade nos milhares de municípios brasileiros. Como especialista na área da Segurança Pública, posso garantir que as Guardas Municipais desempenham um papel importantíssimo na redução dos índices de criminalidade e no apoio às demais instituições policiais. Estas corporações policiais, realizam o que há de mais moderno na Segurança Pública, ou seja, o policiamento preventivo e comunitário, estão presentes em milhares de municípios, possuem o respeito e a confiança da população, não são concorrentes das polícias militares, pois as suas atividades são diferenciadas, atendem tanto a ocorrências criminais, como sociais e de apoio a comunidade, diante dos mais diferentes problemas.


Conforme a Lei Federal 13022/14 as Guardas Municipais não são subordinadas às Polícias Militares.. coronel PM não exerce qualquer domínio dentro das Guardas Municipais.. o que eles fazem politicamente é se infiltrar nos municípios e tentar barrar o crescimento destas importantes Corporações policiais de características preventivas e comunitárias. Pois, o interesse desse Lobyy de oficiais é gigantesco, tendo em vista, na maioria dos municípios brasileiros, quem sustenta as PMs, Bombeiros, Trânsito, cria cargos comissionados para tais oficiais PMs são as Prefeituras.. eles não querem perder a galinha dos ovos de ouro!! Mesmo que para isso, tenham que extinguir as Guardas Municipais e prejudicar milhões de cidadãos com o aumento dos índices de criminalidade.


Os integrantes da Feneme, esta associação Arcaica de oficiais PM querem manter o Monopólio da Segurança Pública a qualquer custo! Esses coronéis da Feneme não estão interessados em aumentar a segurança do cidadão, mas sim, em “eliminar” a concorrência! Pois, melhor do que ninguém, eles tem o pleno conhecimento do grande potencial das Guardas Municipais, sabem que seus agentes são competentes, coerentes, qualificados, grande parte de seus agentes possuem formação superior nas mais diferentes áreas do conhecimento. Portanto, não há dúvidas que, não há Segurança Pública sem a participação direta das Guardas Municipais, não há Política de Segurança Pública sem a participação dos municípios, é um absurdo o que estas forças ocultas estão tentando fazer!


Os mais de 130 mil Guardas Municipais tem que acordar e entender esse jogo político incoerente e injusto. Ou todos participam da política ou serão todos atropelados e engolidos por esses “dinossauros corporativistas da Feneme” Assim como, toda a Sociedade precisa se levantar contra tais abusos e absurdos desta associação que representa um retrocesso nas Políticas Públicas direcionadas à segurança do cidadão. Toda a Sociedade tem que se manifestar contra isso!! encaminhem e-mails para todos os nobres Deputados Federais através do link abaixo.

Clique neste link para enviar sua mensagem

https://www.guardasmunicipaisbrasil.com.br/20190905/env-emails.php?parte=1&envpara=1

Santana Jornalista / Bacharel em Ciência Política Gestor em Segurança Pública e Policiamento/ Pós graduado em Sociologia da Segurança Pública pmbnoticias.com

Subinspetor Ribeiro será palestrante na Universidade de Extremadura na Espanha

Por Santana

É uma enorme satisfação, na condição de amigo do Subinspetor Ribeiro, conhecedor do grande esforço, dedicação e profissionalismo deste agente da lei, estar divulgando este evento, de valorização e reconhecimento do trabalho desenvolvido há décadas, no qual, não somente, a GCM-SP mas, toda a polícia do Brasil será muito bem representada por este excelente profissional.

O Subinspetor Ribeiro, policial da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, pedagogo e profissional com formação e vasta experiência na Saúde, resgate e Pronto Socorrismo, foi convidado pela Universidade de Extremadura, situada na Espanha, para participar na condição de palestrante do XXII Curso internacional de Outono, que irá abordar ” O papel da Polícia durante a pandemia”

Entrevista com Subsinspetor Ribeiro realizada em maio de 2014 ao Blog GCM Douglas

Entrevista Márcio Ribeiro, o Sargento Chips

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Da Redação: Entrevista Márcio Ribeiro, o Sargento Chips

Marcio Ribeiro ingressou na Guarda Civil Metropolitana em 1992, possui um currículo impecável, tendo formação acadêmica em enfermagem e pedagogia, sempre buscou a qualificação permanente, se  especializando no atendimento de emergências, resgate, primeiros socorros, trânsito, prevenção de acidentes no ambiente de trabalho, que o credenciaram como Instrutor no Centro de Formação em Segurança Urbana da Cidade de São Paulo, também buscou capacitação em recursos humanos e prevenção ao uso de drogas e álcool, em 1995, de forma pioneira realizou intercâmbio no Estados Unidos, ingressando no Curso “Safety Training Officer Curse – STOC” promovido pela California Highway Patrol – CHP (Policia do Estado), sua atuação despertou o reconhecimento do Departamento de Polícia (Sacramento PD) policia do município para complementação em despacho de ocorrência no 9-1-1 no centro de Comunicações, e policia do Condado (Sacramento Sheriff Department) em Respostas à Emergências (Emergency Response)  , quando recebeu o título de Sargento Honorário, passando a ser reconhecido no Brasil como “O GCM que é Sargento do CHIPS“, gentilmente aceitou o convite de Os Municipais e concedeu entrevista a Wagner Pereira nos dias 18 e 19 de maio de 2014.

Traffic Officer Randy Nethery e Seargent Sandra Houston no Comando Geral da Patrulha Rodoviária da Califórnia, Sacramento, U.S.A., em 1995 meus supervisores de estagio e formação.

1 – Em 1997, em sua entrevista concedida ao apresentador Jô Soares, o Senhor traçou um paralelo entre a realidade da Guarda Civil Metropolitana e a Patrulha Rodoviária da Califórnia, evidenciando a diferença gigantesca no tocante a treinamento e equipamentos, passados 16 longos anos, isso diminuiu?

Na realidade meu conhecimento para com policias das América começou quando tinha 14 anos e era Office Boy, entre muitas tarefas era retirar e levar documentação no Consulado Americano, então na Rua Padre João Manoel,933 uma das travessas da Avenida Paulista, hoje o Consulado fica no Brooklin  zona sul de São Paulo, lá em 1985, fiz amizade com um Marine que falava Espanhol, fizemos amizade aprendi o espanhol mexicano, estudei na Biblioteca do Consulado sob a orientação do Fuzileiro tudo sobre Law Enforcement e todos os contatos e endereços das Policias em 50 Estados, Joe Ortiz retornou a America, entrou para a Patrulha Rodoviária da Califórnia, Ortiz me recebeu dez anos depois como Capitão da patrulha e Chefe de Pesquisa e Planejamento de CHP, ficou muito sensibilizado pelo fato de meu irmão ficar paraplégico na Policia Militar do Estado de São Paulo e me indicou aos treinamentos e as áreas de assistência ao policial ferido dos policiais dos Estados Unidos, hoje ele já se aposentou e sempre vem ao Brasil no Carnaval do Rio, a Minas para comprar pão de queijo, e a São Paulo para bistecas do sujinho na Rio Branco com a Ipiranga, com  a esposa e filhos e netos.

Ele só não entende depois de tudo que fiz pela corporação, ainda sou Guarda…….referente a pergunta:

Não, entre a America do Sul e America do Norte temos uma diferença entre 50 a 100 anos de cultura sobre o trabalho de fazer cumprir a Lei (Law Enforcement) lá tem até policia privada que somente realiza policiamento de Escolas e Universidades, no Brasil muitos que se dizem intelectuais interferem demais no trabalho das Guardas Municipais (GMs/GCMs) a desqualificando ou subjugando seu poder de policia, isto já não acontece na América, aqui ainda se confunde muito direitos humanos, com direitos civis.

2 – Desde sua criação em 1986, a Guarda Civil Metropolitana utiliza como arma de fogo, revolveres calibre 38, como o Senhor avalia a Projeto de Lei nº de iniciativa do Vereador Abou Anni, para que a Corporação passe a utilizar pistolas calibre 380?  

O projeto de Lei é mais que bem vindo, como outras iniciativas para o trabalho de fazer cumprir a Lei (Poder de Policia) feita por GCMs da capital, Eu ainda vou mais além, baseado em experiências no Interior Paulista e em outros Estados e Internacionais, acredito que em um futuro bem próximo todos os profissionais de segurança deverão portar uma semi-automática, ou ter a opção de portar o calibre que lhe for mais conveniente, mantendo para alguns o calibre 38, não obrigando o uso por imposição, toda mudança querer tempo e existem pessoas que não se adaptam necessitando um tempo maior de treinamento pratico, destaco também o desenvolvimento de programas para o uso de Armas Longas, como Fuzis e Escopetas no calibre permitido pela Lei do Desarmamento, ate que aja uma alteração para que todos que trabalham em Segurança de Populações possam usar o mesmo calibre sem distinção se ele é GCM, PM ou Agente Penitenciário. 

Deve-se desenvolver o conceito que devemos estar no mesmo nível de reação a uma agressão injusta ou superior ao do Crime Organizado. 

Exemplo na Califórnia (U.S.A.) no patrulhamento normal os modelos de pistola são diversos mais os comuns utilizados são: a Smith & Wesson modelo 4006, Remington 870, SIG M400 rifle em 5,56 milímetros. Opção Revólveres Magnus 357, 44.


Em 08 de Outubro de 2013, encontro de Romus (Rondas Municipais) na Cidade de Cosmópolis – SP na região de Campinas, Guardas Municipais de Fuzis Zafir T-14, nesta data fui homenageado com a Láurea de Mérito Pessoal.

3 – Com sua experiência internacional, como o Senhor avalia os modelos de viatura utilizadas pelas Corporações de Segurança Pública do País?
Razoável, para Realidade Brasileira, aqui quem trabalha com a viatura é o último a ser consultado, pois a pessoa que compra a viatura para o trabalho do policial geralmente e um (a) gestor (a) não operacional, ou seja, ele nunca viu um GCM de 1,90 com 120 kilos dirigindo um Ford -fiesta com ( sela), a situação que o policial fica após 12 horas de trabalho, relatórios são elaborados mas são ignorados na abertura dos envelopes de licitação das empresas que vão locar as viaturas. 

Vamos pensar assim um (a) gestor (a) de frota fica em uma sala sem ar condicionado, sem internet, sem espaço para trabalhar, eu acho que não. Exemplo na Califórnia (U.S.A.) os veículos de patrulhamento são:  Ford Police Interceptor Utility Vehicle, Ford Crown Victoria Police Interceptor,  Ford Expeditions, e Dodge Durangos 

Traffic Officer Frank Peixoto, responsável pelo meu transporte em solo Americano, no estacionamento do Hotel de Transito dos Membros da Patrulha, em West Sacramento, Califórnia U.S.A., em 2012.

4 – O Projeto de Lei nº 1332, que tramita no Congresso Nacional e regulamenta as ações da Guardas Municipais, deixou de fora o atendimento emergencial como atribuição, mas isso não é intrínseco a atividade de seus agentes? O atendimento emergencial, resgate e primeiros socorros não deveria ser matéria obrigatória na formação desses profissionais, bem como, de qualificação permanente?

Sim, A PL 1332 é para as GCMs/GM um norte uma referencia que poderá ser melhorada, para aqueles que nem sabem para que serve uma GCM, a exemplo da assessoria mal informada do (Prefeito Haddad) em entrevista aos meios de comunicação sobre Guarda Imobiliária. A defesa da Vida esta na Constituição em seu artigo 5º, esta bem claro, a portaria 2048/02 do Ministério da Saúde sobre Atendimento Pré – Hospitalar fala sobre os profissionais da área NÃO médica como: Bombeiros Militares,Agentes de Trânsito (CET-SP) GCMs/GMs, Policiais Militares,Civis e Rodoviários Federais e Federais, deveriam estar no mesmo nível de formação/capacitação em Suporte Básico de Vida (SBV), com manequins para praticas de PCR e RCP, simulações para corrigir erros de atendimento como colocação do colar cervical, KED e uso do DEA (Desfibrilador Externo Automatico) , que não precisa ser utilizado exclusivamente por profissional de Saúde.
5 – O atendimento emergencial tem perdido constantemente espaço na segurança pública, na Cidade de São Paulo, na Gestão do Prefeito Gilberto Kassab (2006/2012), foi firmado convênio com a Polícia Militar do Estado de São Paulo, para que o efetivo do Corpo de Bombeiros, em seu horário de folga, pudesse trabalhar no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU, esse serviço não deveria ser absorvido pelas Guardas Municipais, principalmente nas Cidades em que há equipamentos municipais de Saúde?

A questão aqui (Cidade de São Paulo) é mais política do que atendimento emergencial, os números são apresentados na mesa do Prefeito, que é o responsável por qualidade de vida, por exemplo: tenho 50.000 Pms para colocar a disposição do Município  e tenho 4.000 GCMs quem ganha???

No interior é o inverso tenho 80 Pms em uma Companhia de uma determinada Cidade e tenho uma Guarda Municipal com 320 GCMS quem ganha???

Sim poderíamos assumir, mas precisaríamos de efetivo, o município não investe em recursos humanos a mais de 8 anos, enquanto que no interior esta realidade é bem mais desenvolvido do que na Capital, porque á renovação, capacitação inclusive no Exterior a exemplo de ( Paulínia SP , Cosmópolis SP , Piracicaba SP ) que envia seus GCMs para cursos na SWAT na Florida e Texas (U.S.A). Nestas Cidades se o Governo não investe, não possui recursos financeiros na capacitação de seu efetivo o Secretário ou Seu Comandante vai atrás de recursos nos Consegs, Associações Comerciais e Simpatizantes das Corporações Municipais.

Em algumas cidades que estive como Instrutor de Formação nos seus EQPs, verifiquei que a GCM só tem um ou três programas como: ruas seguras (visão em patrulhamento), educação e proteção escolar, resposta a chamados 153 (central de comunicações) independente não atrelada a outra policia com um software desenvolvido para somente receber e não compartilhar ocorrências de gravidade em uma mesma região o SIOPM Sistema de Operações da Policia Militar em São Paulo é compartilhado com a GCM somente para colher informações urgentes e não repassa ocorrências de gravidades em uma mesma região não existe trocas de informações em tempo real sobre ocorrências de defesa da vida,  temos aqui mais de cinco programas para um efetivo reduzido, envelhecido e 30 a 40% a um pé da aposentadoria. 

Na Califórnia, existe o Officer Down (Policial Abatido) protocolo aonde todas as  policias enviam unidades de apóio, apartir da solicitação de sua central as outras informando o codigo 11-99, que por lá não se usa o código Q, e sim o código 11.

Instrutor de Suporte Básico de Vida em Ambientes Policiais das Rondas Municipais – ROMU, Cidade de Cosmópolis, interior do Estado de São Paulo. 

6 – No Brasil há pouca abordagem ou iniciativa para qualificação da população para agir em casos de acidentes domésticos e situações emergenciais, esse processo de capacitação não deveria ocorrer já na escola, desde o ensino infantil?

Sim, existe varias iniciativas mais nenhuma teve solução pratica a exemplo do código de Trânsito que ate instituiu uma comissão para educação de Primeiros Socorros no Trânsito nas escolas, o PCN – Plano Curricular Nacional do Ensino Infantil até sugere na grade curricular o ensino de primeiros socorros, para Diretores, Assistentes, Professores, Funcionários e Alunos, mas só no papel, existem iniciativas como: Bombeiros Mirins em alguns Estados, Samuzinho no Distrito Federal, mas ainda não existe uma capacitação Nacional. 

Em São Paulo, recentemente a Escola de Profissionais do Samu, capacitou profissionais por Naes, e a Secretaria Municipal de Educação em contra partida comprou os Kits de Trauma, para toda rede municipal de Ensino, mas estive em uma Cei na zona norte outro dia, que havia funcionários que não sabiam usar, montar o colar cervical e nem o tamanho apropriado para a criança,após a queda de uma criança de um brinquedo recorrendo a GCM e ao SAMU, sendo que o correto seria os Bombeiros pelo 193, ocorrência de trauma. 

7 – O Senhor é favorável as Guardas Municipais atuarem na fiscalização de Trânsito? Qual o órgão deve ser responsável pelo planejamento e educação no trânsito? Qual a avaliação do serviço prestado pela Companhia de Engenharia de Tráfego – CET?

Sim, mas com reservas, cada cidade tem a sua peculiaridade e a formação do profissional GCM no Trânsito deve vir já na sua formação, ser profissional de trânsito é ser mediador de conflitos e Socorrista, ele tem que lidar muitas vezes com situações criticas e contato com secreções como sangue (lesões de tecidos, fraturas expostas) vômitos, urina e fezes (AVCs), bem diferente daquele Gcm administrativo, ou de posto fixo, que geralmente atendem situações de mal súbito (Desmaios).Detran dos Estados com divisões de educação de trânsito com policiais educadores e as jaris – junta administrativa de recursos de infrações regionais com guardas educadores e agentes de trânsito educadores. A CET é excelência no que faz, somente ficaria melhor se tivesse uma divisão da GCM, para suporte de apóio em operações viárias, corredores e grandes eventos, auxilio em acidentes de transito principalmente nas marginais tiete, pinheiros e radial leste, poderia ter ai uma grande parceria e troca de experiências,tanto para apreensões como para como trabalhar a dinâmica do Trânsito, e também daria um grande suporte para o credenciamento de Gcms na habilitação/credenciamento junto a Secretaria Municipal de Transporte e DSV em autuação de trânsito no perímetro escolar e operações especiais.

8 –  Os crimes de trânsito são cada vez mais freqüentes, o número de mortes é inaceitável, quase sempre em decorrência da imprudência, imperícia o negligência de seus condutores, que muitas vezes estão sob efeito de álcool ou entorpecentes. As recentes mudanças do Código Nacional de Trânsito poderão ter algum efeito? Qual a principal medida deveria ser instituída como política pública de trânsito?

O Trauma, tanto físico como psicológico deve ser estudado como uma doença, pois é só fazer uma visita a um hospital complexo como Hospital das Clinicas que você tem uma visão de como estamos, os órgãos de fazer cumprir a Lei no Brasil, Municipais Estaduais e Federais deveriam criar as suas ligas de Traumas para implementação de protocolos de atendimento e atualizações.

O motorista sobre influencia (Drive and Influence – DUI) deveria ser a referencia, porque temos alem do álcool, outras drogas e substancias que interferem no comportamento do motorista ao volante

9 – O meio ambiente tem despertado uma preocupação mundial, no Brasil, em especial nas regiões metropolitanas, no entanto, temos muitos veículos e péssimo estado de conservação, com altos índices de emissão de poluentes, no entanto há timidez por parte do poder público na sua fiscalização, o que pode ser feito?

A necessidade de trazer da Europa e America do Norte, as usinas de reciclagem de veículos lá temos veículos antigos que rodam, mas em perfeito estado de conservação e com selo autenticidade pela autoridade como veiculo de colecionador, aqui não temos uma legislação especifica para carros ou carcaças abandonadas entre municípios e estados, uma parte dos veículos apreendidos poderiam ser tornar ferragens para construção civil para programas de habitações populares, pois a tendência no futuro são veículos mais leves com materiais plásticos e de fibras de carbono entre outros em desenvolvimento. Em Países como Europa e América veiculo não reclamado em 90 dias vai para destruição

10 – O trânsito cidadão passa obrigatoriamente pelos bancos escolares, o Senhor tem algum projeto de inserção do tema na rede pública de ensino?

Sim, Gostaria de apresentar nas GCMs em suas divisões de Educação o ( P.A.R.T.Y. Program) ele é direcionado aos jovens que estão se habilitando no Trânsito, entre 15 a 17 anos que consiste em promover a prevenção de lesões, através da realidade dos acidentes de trânsito, a reconhecer os riscos, fazer escolhas e identificar potenciais conseqüências sobre as atividades e comportamentos.

Palestra na Escola do Servidor Público da Cidade de São Paulo, Suporte Básico de Vida em Ambiente Policial, aos membros do Comando Operacional Norte, da Guarda Civil Metropolitana.

11 – Os profissionais de segurança são expostos diariamente são expostos a inúmeras situações que causam desgaste físico e mental, conseqüentemente estresse e outras doenças ocupacionais, tanto que o índice de servidores afastados varia entre 15% e 30% do efetivo das Corporações, e esse quadro vem se agravando, quais medidas preventivas podem ser adotadas?
As grandes corporações de atendimento de Emergências no Mundo, hoje, trabalham a Psicologia de Emergências, socorrendo quem socorre, porque muitas vezes o policial e cobrado por uma realidade que ele ainda não passou, ou, atendendo uma ocorrência que ele esta passando em sua vida particular, como Alcoolismo, Uso de Drogas licitas e ilícitas, filhos drogados, separação, depressão aliada a frustração no desempenho de suas funções, em muitas vezes o levando ao suicídio, caso a ajuda psicológica não venha logo.

Afastá-lo, deixá-lo como um inútil é uma pratica que as policias de outros Países não fazem, através da psicologia de Emergências identifica os riscos, para aquele profissional e com a ajuda dele procura se buscar uma solução tanto para instituição como para o profissional para o convívio e a ajuda a outros colegas que foram diagnosticados.

12 – A qualidade de vida dos profissionais de segurança pública é muito ruim, tendo como causa principal os baixos salários, conseqüentemente se dedicam a uma jornada dupla de trabalho,  sendo um fato do elevadíssimo número de divórcios promovendo a desestruturação familiar, o que pode ser feito para reverter este quadro?
A cultura do bico já faz parte da vida dos Brasileiros, diferente da de outros Países, a qual o profissional tem um ótimo salário e o Pais não tem oscilação na economia, ele vive e aqui a gente sobrevive. A carga horária pode ser diminuída, a remuneração pela hora trabalhada a mais paga em dobro, aposentadoria com 25 anos de efetivo exercício na função policial, com aposentadoria integral, ser um serviço com oportunidade de crescimento interno, para que você com 20 anos de serviço cheguem ao posto de Comando a exemplo de outros Países.  Exemplo: No serviço público municipal nenhuma outra área corre tanto risco de morte como um GCM, lidando com psicopatas homicidas e traficantes.

13 – A Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça – SENASP/MJ, divulgou no XXI Congresso Nacional das Guardas Municipais, realizado na Cidade de Novo Hamburgo em 2011, proposta de plano de carreira com 3 diretrizes, carreira única, 10 cargos e escolaridade, como o Senhor avalia essa proposta? Qual o modelo utilizado pelo Departamento de Polícia de Sacramento?

A viabilidade para uma GM/GCM de um município com recursos pode ser até viável, mas para um município pequeno pode trazer problemas com muitos cargos sem função porque o trabalho desenvolvido e o numero de programas é bem menor.

A policia municipal da cidade de Sacramento, Califórnia U.S.A., tem uma disciplina para-militar sendo totalmente civil, mas com denominações convencionais entre as forças daquele País, sendo o Oficial de Policia (Police-Officer), Cabo, Sargento, Tenente (Lieutenant), Capitão, Assistente Chefe e Chefe de Policia 

Captain .James Newberry,sênior volunteer program coordinador, Lieutenant Bruce Kynaston, Amador Área Office coordinador, em minha ultima visita de atualizações em 2012.

14 – Qual a remuneração inicial e jornada de trabalho de um policial do Departamento de Polícia de Sacramento? O Senhor é favorável ao piso mínimo para os profissionais de segurança pública no Brasil? Isso afeta o pacto federativo?

São duas as faixas salariais dos recrutas. Os de formação secundária têm o seu salário calculado a US$ 21,33 por hora, ou seja, US$ 3.711,42 mensais, já o recruta com formação universitária, dependendo da qualificação em que é diplomado, pode receber até US$ 28,85 por hora, ou seja, US$ 4.985,10 mensais

Sim, é possível realizar estudos para subsidiar aquele município que não tem fundos para segurança publica, ou a criação de consórcios para compra de EPIs, viaturas, uniformes, sistemas de comunicações, ou trabalhar o repasse de verbas e ou doações da comunidade e empresários.

15 – Em sua experiência internacional como o Senhor avalia o Sistema de Segurança Pública do Brasil?

Para a realidade atual atrasado, o município deve assumir o seu papel garantindo  investimento na Guarda Civil Metropolitana, ela foi criada para o povo para lhe dar proteção e serviços, o mínimo para o desenvolvimento operacional, intelectual a seus agentes, criar legislações aonde o profissional possa ter amparo para Estudar se aperfeiçoar,em outros municípios e estados, inclusive no Exterior, com auxilio financeiro do Governo a exemplo de programas como Ciências sem Fronteiras do Governo Federal e ou que possa aplicar o que aprendeu em outros Países como forma de pagamento pelo investimento.

16 – A desmilitarização das Polícias Militares era um anseio de grande parte da sociedade brasileira, no entanto com a crescente violência e sensação de insegurança, o discurso mudou, tanto que alguns especialistas como  defendem que essa medida agravaria a quadro, pois a subordinação hierárquica rígida permite que o estado possa dispor dessas Corporações para a manutenção da ordem pública, Qual o posicionamento do Senhor sobre este tema?

Temos exemplos na Bahia e Pernambuco em que a disciplina e hierarquia nada valem, quando seu filho não tem o que comer, nas recentes greves dos militares. 

A policia militar / civil ou federal devem ser remunerada a altura de suas atribuições, e acrescento as GMs / GCMs.

Eu trabalho na rua á 23 anos para uns pode ser pouco, mas digo que aprendi, aprendo e vou aprender até minha aposentadoria daqui a três anos, porque trabalho em um serviço dinâmico, que você atende uma mesma natureza, quase todos os dias, mas nenhuma ocorrência é igual a outra.

O maior problema entre Guardas e Policias é informação/Comunicação, sistemas que não se comunicam, tanto de comunicações radio, como internet, divulgação nos sites das policias do estado e da união Senasp os links das guardas dos municípios ou das capitais que possuem nos links das guardas o link da policias militares, bombeiros e boletim eletrônicos para os estados que possui este tipo de serviço, o cidadão precisa ter acesso aquele serviço que tem curiosidade em saber, do link da PM pode acessar a GCM ou vice versa, divulgação de seus trabalhos voltados a comunidade, para mediação de conflito, e para as crianças, como muitos exemplos pelo País a fora como Guarulhos (Guard), Criança sobre nossa Guarda em São Paulo, e salas de mediação entre diversos que poderia citar.

Exemplo: Na Califórnia se você acessa o link da CHP, você acessa em janelas laterais as policias municipais de condados e das cidades, sem vaidades, sem ranço entre as instituições, alerta de seqüestro de criança, roubo de veículos você pode comunicar a uma policia ou sheriff e o alerta é automático para todas. 

17 – Não ocorrendo a desmilitarização das policiais estaduais não será possível sua unificação com as policias civis, isso emperra o surgimento de uma polícia municipal? Como as Guardas Municipais seriam inseridas neste contexto?

A reformulação do Artigo 144 Segurança Pública, deve ser mais que uma prioridade porque a criação no papel das policias municipais é mais que uma necessidade na realidade atual.

Nos Estados Unidos da América, têm mais de 70.000 departamentos de fazer cumprir a Lei (Law Enforcement) municipal, estadual e federal, todas de ciclo completo (patrulha e investiga).

O Brasil após a Copa do Mundo será outro, e a sugestão que dou e que todas aqui tenham ciclo completo, pois devem ter sua área de investigação criminal e patrulha, assuntos internos (corregedoria) para apurações de abusos

Nada impede que as GCMs tenham ciclo completo, uma realidade atual e iminente, porque Policia Municipal ela já é a muito tempo.

18 – A Guarda Civil Metropolitana de São Paulo teve aprovado na Câmara Municipal Projeto de Emenda a Lei Orgânica da aposentadoria especial, quanto tempo é necessário para que um policial do Departamento de Polícia de Sacramento possa se aposentar? O Senhor pretende se aposentar nos próximos anos?

Na America o policial se aposenta ao completar 20 anos de serviço. Neste caso, o valor da aposentadoria é equivalente a 55% da média salarial dos últimos doze meses. Se trabalhar vinte e cinco anos, a aposentadoria é de 70% da média salarial e, se trabalhar trinta anos, perceberá 90% desta média. Depois de aposentado e completar 55 anos de idade, o policial recebe seguro médico grátis pelo resto da vida.

Sim daqui a três anos me aposento e pretendo me dedicar a área de Ensino e Saúde.

19 – O Senhor pretende retornar aos Estados Unidos? Quais são seus projetos para o futuro?
Sim, na realidade sempre vou a America para complementação e atualizações de estudos a cada três anos, o que realizo enquanto profissional de segurança publica é aplicar o que aprendo em fazer cumprir a Lei (Law Enforcement) na America do Norte, trazer e adaptar a nossa realidade nas GCMs que sou convidado a ser seu instrutor de EQP e ou formação inicial.

Diversos, mas não serão realizados aqui, não há reconhecimento e sim muito desprezo.
20 – Qual a mensagem final que o Senhor gostaria de transmitir aos nossos leitores.

As policias da América tem um pacto pela vida,chamado lá de ( Mutual Aid ) auxilio mutuo, quando um policial ou um cidadão esta entre a vida ou morte, em Emergências de Acidentes ou Incidentes, de colisões de carros, a sequestros e ou agressões a tiros de arma de fogo ou branca (faca) todas se unem em um bem comum, não ha disputas  a prioridade é prender não importa qual seja a policia, o que importa é a vida do policial na ocorrência, o refém ou vitima salvos e o transgressor ou meliante, devidamente custodiado e levado a autoridade competente.

Sobre minha mensagem pessoal de coração:

Aos meus amigos e inimigos,  a inveja é o maior dos obstáculos, todos podem realizar, igual ou ate mais do que Eu realizei, somente você precisa ter ambição, garra e determinação,  e para informação a quem nunca ouviu falar de mim Eu nunca tive minhas passagens pagas pela Prefeitura da Cidade de São Paulo, apesar de ser funcionário de carreira e efetivo, da cidade que supera alguns Estados em arrecadação,  sempre realizo minhas aulas de instrução ou palestras no meu horário de folga, não utilizo o uniforme da corporação em beneficio próprio, somente devidamente autorizado, com destaque em alguns casos no Diário Oficial do Município. a exemplo de ser o primeiro GCM de SP a receber uma Láurea no Interior do Estado por ministrar aulas inclusive sem cobrar, para que todos tenham o mesmo nível de conhecimento no trato a ocorrências de resposta a primeiros socorros, uso de arma de fogo, mediação de conflitos e telecomunicações.
O uniforme de Padrão Internacional de Resgate Busca e Salvamento em Laranja, esta condicionado as representações de que realizo somente para Instrução e Simulações, nele tem todas as minhas qualificações, nas diversas instituições que tive a honra de estudar.NO BRASIL:Força Aérea BrasileiraMarinha do BrasilPolicia Militar do Estado de São PauloPolicia Civil do Estado de São PauloInfraero Aeroportos de São Paulo ( Campo de Marte,Guarulhos e Congonhas)Detran – Departamento Estadual de Trânsito do Estado de São Paulo

NOS ESTADOS UNIDOS:
Califórnia Highway Patrol – CHPSacramento Police DepartmentSacramento Sheriff DepartmentLos Angeles School Police Department”

Representando o Brasil em 2012 no Congresso da Associação Nacional dos Policiais de Recursos de Escola, POLICIAS PRIVADAS responsáveis pelo policiamento de Escolas e Universidades nos Estados Unidos e Canadá, da direita para esquerda, Officer Rudy Perez, Diretor Executivo Mo Canady, e Officer James Ryan membros de Los Angeles School Police Department. 

Fonte: http://osmunicipais.blogspot.com.br/2014/05/da-redacao-entrevista-marcio-ribeiro-o.html

GCM-SP completa 35 anos

Hoje a Guarda Civil Metropolitana de São Paulo comemora 35 Anos de serviços públicos para a população da maior cidade brasileira. São 12 milhões de pessoas que contam diuturnamente com o trabalho incansável de profissionais preparados, qualificados e dedicados a nobre função de proteger a Urbe Monumental. Na data de hoje, 15 de setembro de 2021, diversos eventos alusivos à importante data serão realizados nas unidades da Guarda Civil Metropolitana, que sempre teve a característica de polícia cidadã. Os profissionais da GCM de São Paulo que mesmo com as adversidades e trabalho muitas vezes extenuantes, não deixam o desânimo, o cansaço dominarem e persistem na nobre missão de defender a nossa cidade e população.

A história da GCM-SP caminha lado a lado com a história da representação dos trabalhadores. Muitas foram as evoluções desde os primórdios, fruto da luta organizada e com defensores da GCM como o nosso atual vereador Arnaldo Faria de Sá, entre outros. Vale destacar como conquistas dessa luta, o advento do estatuto dos Guardas Municipais, a regulamentação das Guardas Municipais no estatuto do desarmamento, a nossa inclusão no SUSP e a criação da nossa Federação, conquistando o respeito entre os parlamentares no congresso nacional.

Parabéns a Guarda Civil Metropolitana e seus heróis que fazem dela a referência nacional de modelo de segurança pública.

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GCM-SP detém meliantes durante roubo

GUARDA CIVIL METROPOLITANABDAM CANTAREIRA

14/09/2021 – ROUBO Em patrulhamento pelo perímetro ambiental Três Cruzes – zona norte de SP, avistamos um indivíduo ao lado de fora do seu veículo Fiat FIORINO, cor branca, placas RMK4G7, informando estar sendo vítima de roubo, em ato continuo o condutor do veículo fez menção de efetuar disparo apontando arma de fogo contra a equipe, ocasionando imediata reação por parte dos GCMs que efetuaram disparos contra o infrator, que saiu com o veículo em alta velocidade, sendo efetuado acompanhamento do veículo que veio a parar em uma travessa da Av. Cel. Sezefredo Fagundes, alt. 12000, onde os ocupantes desceram do veículo na tentativa de fuga a pé, sendo os menores L.S.A., J.A.S. e o maior S.A.C., detidos pela equipe da GCM ambiental. No interior do veículo foram encontrados 01 pistola de brinquedo, 01 arma de fogo inoperante, danificada, além de 01 faca e pertences da vítima, celular e cartões bancários. Diante dos fatos, todos foram conduzidos ao 20° DP – Água Fria, onde foi elaborado BO de natureza roubo – art. 157 do CP, sendo os menores apreendidos e o maior preso. VTR N4209Enc: SI Lúcia Mot: 3°Cl Edivaldo1°Aux: 2°Cl Araujo2°Aux: 3°Cl Alencar

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Mestrado em Ciências de Florestas Tropicais

Inscrições abertas! Exame de Seleção para Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciências de Florestas Tropicais

Estão abertas as inscrições para o Programa de Pós-Graduação em Ciências de Florestas Tropicais, nível mestrado, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), com inscrições até 17 de setembro. Ao todo, são oferecidas 6 vagas para o curso de mestrado. O PPG-CFT dispõe das seguintes linhas de pesquisas: Ecofisiologia Vegetal; Ecologia Florestal; Inventário e Ordenamento; Recursos Genéticos e Melhoramento de Espécies Nativas da Amazônia; Sementes Florestais; Silvicultura Tropical; Solos Tropicais; Mudança Climática da Idade Contemporânea. Todas as informações e corpo docente podem ser conferidos através do site do Programa.

As inscrições são realizadas de forma virtual. A seleção do mestrado possui duas etapas: I – Análise da Entrevista, de caráter eliminatório e classificatório, com peso dois (2) e notas de 0 a 10; II – Prova de Títulos, de caráter classificatório, com peso um (1).

Os aprovados não terão concessão automática de bolsas de estudo. A concessão (CNPq, Capes, Fapeam ou outra fonte) será de acordo com a disponibilidade de cota do Programa e os pré-requisitos fixados pelas agências. O período máximo de bolsas é de 24 meses para o mestrado.

Saiba Mais

O curso de Mestrado do PPG-CFT do Inpa é reconhecido pela Capes/MEC, classificado atualmente com nota cinco (5), e homologado pelo Conselho Nacional de Educação.

Edital de Seleção PPG-CFT 2021 – Mestrado

At.te,
Jéssica Telles.


Secretaria do PPG-Ciências de Florestas Tropicais
Telefone: +55 92 3643-1838 – Ramal: 1838 / 1844
Endereço: Prédio n° 139/140, Campus III, Av. HI – Bairro: Aleixo, Conj. Morada do Sol

https://w2.solucaoatrio.net.br/somos/inpa-cft/index.php/pt/avisos/201-inscricoes-abertas-exame-de-selecao-para-mestrado-do-programa-de-pos-graduacao-em-ciencias-de-florestas-tropicais

Guarda Civil apreende 34 kg de cocaína

GCM DE PRAIA GRANDE DESCOBRE “FÁBRICA” DE COCAÍNA NO BAIRRO AVIAÇÃO

33 KG DE COCA + 1KG DE PASTA BASE*EQUIPE ESPECIALIZADA DE ROMU

Em patrulhamento pela Rua Tiago Ferreira, nesta manhã de segunda-feira (dia 13), equipes de *ROMU* da Guarda Civil Municipal de Praia Grande se depararam com um rapaz em atitude suspeita e, ao entrar no imóvel em que o indivíduo se escondeu, lá se descobriu uma pequena “fábrica” de cocaína. Além de deter o jovem, que tem 17 anos (completa 18 dia 27, já com antecedentes por roubo), GCMs do Radio patrulhamento Ostensivo com Motocicletas (ROMO) se depararam com farta quantidade de cocaína: 30 quilos em dois sacos, um quilo de pasta base, 158 pinos (187 gramas) de cocaína, 34 pedras de crack e 25 porções de maconha, além de duas placas de veículo (Mercosul), que seriam usadas para não chamar atenção com o transporte na cidade. A casa onde tudo foi encontrado é um sobrado em construção cujo proprietário deverá ser investigado para que se apure se tem relação ou conhecimento da atividade no imóvel. A polícia também buscará informações sobre quem mais participava do crime no local. A ocorrência foi registrada no 2.o DP (antigo 1.o DP), na Rua Pernambuco, no bairro Boqueirão e o menor de idade será conduzido à Fundação Casa, do Município.

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